quinta-feira, agosto 02, 2018

Coleccionar a 3

Há uns tempos que volta e meia o meu olhar era atraído para uns bonecos tão catitas, bem cabeçudinhos... a Mafalda também os namorava, vai daí devidimos começar uma coleção a três, de Funko Pops, com a condição de os bonecos poderem estar no quarto da piolha.

Descobrimos no Porto o Porto Geek Center, que tem a loja online pop-addiction.com, e foi a nossa primeira visita. Viemos de lá com 3 piquenos para iniciar a colecção.

Esta ainda vai “piquena”, mas o facto de aos 8 bonecos, as caixas estarem todas empilhadas “a chamar” por um acidente, levou-nos a pensar numa forma de arrumar os piquenos, e ter já espaços para mais alguns num futuro próximo. Depois de fazer pesquisas, e de muito babar sobre fotos no Pinterest, devidimos optar por uma estante Besta do Ikea. O problema é que as portas que mais gostamos, as Tombo, já não são produzidas.... vai daí, após uma pesquisa no Olx (o Ebay nacional), encontrei um par delas, e estava decidido. Depois de uma visita ao IKEA, e de umas horas a montar as ditas cujas, e depois a decidir o melhor local para elas, o H. meteu mãos à obra, e *plim* fez-se magia.

Os Funko Pop já estão são e salvos numa vitrine, e a coleção - que entretanto cresceu para 9, vai poder crescer até aos 36 bonecos. Chegados aí, combinámos parar (...se eu conseguir, o que é outra conversa...).

Entretanto lá vou namorando uns piquenos no Olx, e no Ebay, porque como chegámos “tarde à festa”, alguns personagens dos que mais gosto, são um pouco dificeis de encontrar..






domingo, julho 29, 2018

Jørn Lier Horst

Comecei a ler no passado dia 7 o primeiro livro de Jørn Lier Horst a ser publicado entre nós “Fechada para o Inverno”, leitura essa entretando finalizada, sendo “engatei” no segundo título publicado, “Cães de Caça”.


Infelizmente, como muito acontece por cá, as editoras optam por pegar numa série a “meio” - “Fechada para o Inverno” é o sétimo livro da série, e “Cães de Caça” o oitavo. 


Na primeira leitura achei as personagens principais relativamente interessantes, mas fiquei com a sensação de ter caído  no meio de algo, o que não me permitiu uma sintonia completa, apesar das notas introdutórias ao livro que a editora acrescentou - e que apesar de tudo acabam por ser bem vindas.


Quanto ao livro propriamente dito, é interessante, achei algumas partes demasiado óbvias (a identidade do informador, a causa da morte dos pássaros). Apenas a revelação final - no fundo a revelação da identidade do perpetrador do crime que “abriu” este livro, conseguiu ser um pouco menos óbvia. 


De qualquer forma, é um livro que se lê bem, a investigação é metódica, e o personagem principal e a sua filha têm algum interesse, e como livro policial acaba por estar bem conseguido sem ser brilhante. 


Fiquei com vontade de continuar a seguir o autor, pelo que tive o privilégio de poder pegar de seguida no livro seguinte da série.


“Cães de Caça”, achei substancialmente melhor do que “Fechada para o Inverno”. Mais dinâmico, um pouco menos previsível. Na linha do livro anterior, mantém-se muitíssimo interessante nos aspectos metodológicos da resolução de um crime. 


Irei começar a ler “O Homem das Cavernas” o mais rapidamente possível, gosto cada vez mais da construção dos personagens Wisting e Line. 


Continuo com imensa pena que ainda não tenham publicado em português os livros do início desta série - espero no entanto que ainda o venham a fazer!!




sábado, julho 28, 2018

Porque é que os filhos crescem?...

...a casa fica vazia, e é estranho saber que a Mafalda não está no quarto ao lado, quando do alto dos seus 11 anos (já) dorme fora de casa...

Coisas de mãe-galinha *suspiro*

sexta-feira, julho 06, 2018

The Americans

...hoje acabámos de ver “The Americans”, uma série que achei absolutamente sublime, que adorei assistir.

A história girou nos aureos anos 80, ao longo das suas 6 temporadas, em volta de um casal de russos, a viver infiltrados há pelo menos quase 2 décadas, como uma normal família suburbana americana, em plena Washington D.C.. Um casal com 2 filhos que nada sabem acerca da sua vida dupla, e que leva a cabo várias missões de espionagem ao mesmo tempo que convive com o mais recente vizinho - e em breve um grande amigo, agente do FBI. Numa altura em que não existem telemóveis, nem internet, e que mesmo assim, tão empolgante foi.

No final, que sabíamos não agourar nada de bom, ambos acabam “apertados” e são obrigados a fugir para o seu país, uma casa que não vêm há anos, e que muito provavelmente já não conhecem - a União Soviética - deixando para trás (na ignorância) o filho mais novo, e sendo abandonados à ultima da hora pela filha mais velha - entretanto a par da verdadeira identidade dos pais - e tendo acabado por conseguir aceitar isso, ao longo das ultimas 3 temporadas.

Adeus Philip e Elizabeth Jennings. Obrigada por todas as noites emocionantes, os disfarces fenomenais, convincentes e hilariantemente bem feitos, e as reviravoltas inesperadas. 

Foi com certeza, uma das séries que mais adorei ver, que nos leva a adorar, a perceber um pouco, e a torcer pelos “vilões”.






Balletholic

Estes têm sido dias de muito ballet. Para além do espectáculo de fim de ano da escola onde eu e a Mafalda andamos, tenho tido imensas aulas “extra” no curso de verão que estou a frequentar.

Tem sido ballet, ballet, ballet, até mais não!

Hoje eu e a Mafalda tivemos ensaio geral (eu de ballet adultos, ela de street dance kids), com marcações de palco. Assistiu com imensa atenção à minha dança, e no fim presenteou-me com um “danças mesmo tão bem mãe!”. E o meu coração, ali, explodiu. ❤️




sexta-feira, junho 22, 2018

Divagações...

São quase 2 da manhã. Quando as férias da Mafalda começam, posso dar-me ao luxo de reajustar os meus horarios, e como de manhã posso dormir mais um pouco, à noite consigo um pouco de tempo para me dedicar a uma das minhas paixões: a leitura.

A temperatura do ar está quente, a ventoínha ligada no modo “silêncio”, e sobre as pernas - enquanto escrevo este post - está pousado “O caçador” da dupla Lars Kepler - que me tem deliciado nos ultimos dias.

A porta da varanda está aberta, os mosquitos ficam do lado de fora graças à rede mosquiteiro que o H. instalou no ano passado - não que haja mosquitos no ar, provavelmente com a chuva têm outras coisas que fazer... ouço a chuva a cair lá fora, e troveja imenso... como aliás vem acontecendo desde ontem, e que segundo a app meteorológica que sigo, assim continuará nos próximos dias - colocando os festejos de S. João - e a praia que a Mafalda deveria começar na próxima 2ª feira - em risco.

Estamos um pouco para lá de meados de Junho, e não consigo deixar de matutar nesta estranhesa de tempo, em que nada é garantido, e em que temos presenciado autênticos extremos em curtíssimos espaços de tempo. Sinto-me como o sapo, dentro da panela, a cozer aos poucos sem dar por nada. Todos sabemos o que aconteceu ao sapo...

Para onde caminhamos por este andar? ...é o que penso. 




domingo, junho 03, 2018

Dia da criança...

Este primeiro dia da criança da Mafalda, desde que passou para o 2º ciclo, teve algumas diferenças em relação aos anteriores... estando numa escola completamente nova (para ela), e já não sendo uma escola de crianças tão pequenas, o dia deixa de ser assinalado com dispensa de aulas e brincadeira non stop... de facto, ela teve inclusive duas provas nesse dia, se bem que a honra do convento acabou por ser um pouco salva pela aula de Educação Física, que foi uma aula de Zumba, o que sempre lhe terá proporcionado um pouco de diversão!

Vai daí, a mãe e o pai resolveram fazer uma singela surpresa à piquena, e levámo-la a almoçar pizza na Império (na baixa do Porto, onde tem uma massa de pizza absolutamente deliciosa, e onde o preço é simpático o suficiente para podermos proporcionar surpresas destas de quando em vez - não sendo de todo um spot de turistas, nem gourmet nem nada dessas coisas).

Para rematar o almoço, demos um saltinho à Nut’Porto em Santa Catarina, onde acabámos de nos empaturrar, com uns deliciosos “churros”.

Foi um dia da criança diferente, mas que a deixou com o habitual sorriso-que-tudo-ilumina, no rosto! ❤️




Casa de Espiões - Daniel Silva

Talvez porque o ultimo livro que tinha lido de Daniel Silva - e do seu fabuloso protagonista Gabriel Allon - já ter sido em 2015 (O Assalto), o certo é que Casa de Espiões caiu-me que nem ginjas!

Não sei se devido a este hiato entre leituras - e gostando de todos os seus livros sem excepção, a verdade é que este Casa de Espiões pareceu-me um pouco melhor... um livro em que a fórmula de sucesso do autor não terá sido seguida tão à letra talvez (o livro também é um pouquinho mais volumoso que os anteriores, o que nem por isso diminuino ritmo da leitura, diga-se de passagem...)

A verdade é que a quantidade de personagens que já fazem parte destes livros é absolutamente impressionante, apesar de muitos dos nomes familiares já só entrarem numa pequeníssima parte da narrativa - comparativamente a outros títulos anteriores (Insherwood, Chiara, Shamron, Uzi), estas leituras deixam-me sempre com a sensação de voltar a um porto seguro, e é por isso que possuo todos os livros do autor, e deles não me desfaço. São um clássico na estante cá de casa!

Numa outra nota, apesar de em 2017, o gigante MGM ter adquirido os direitos para converter estes livros em série televisiva, a verdade é que não voltou a haver notícias acerca do assunto, o que se por um lado me deixa um pouco triste, por outro lado - pelo menos para já - não deixa de ser um alívio... é que a fasquia definida pelos livros é bastante elevada, e infelizmente como bem se sabe, por vezes as adaptações feitas para o grande ecrã, acabam por ficar um pouco aquém das expectativas...

...se bem que consigo imaginar o Jim Caviezel a fazer as vezes de Gabriel Allon, o que abonaria sempre a favor da série 😂😜




Suburbicon

Acabei de ver - finalmente - Suburbicon

Escrito pelos irmãos Coen há vários anos, e “rescuscitado” em 2017, dirigido por George Clooney (o ultimo que tinha visto dirigido por ele tinha sido O Americano de 2010 - que de resto também gostei bastante), e com Matt Damon e Juliane Moore no elenco - pare referir apenas os nomes mais sonantes...

Adorei o filme. 

Absolutamente Hitchockiano, com aquele humor negro, e reviravoltas deliciosas. 

Há muito que não via um filme assim! Nota 5 de 5, na minha opinião ⭐️



quarta-feira, maio 23, 2018

A Resignação

Vai finalmente chegar às livrarias o derradeiro livro de Luis Miguel Rocha, a obra que o escritor tinha em mãos quando o destino, pela mão dessa maldição que é o cancro, o levou.

Sempre achei que o livro já estaria concluído, e que seria rapidamente publicado pela Porto Editora após a sua morte, em 2015, mas pelos vistos não foi assim, e este trabalho tornou-se uma obra a 6 mãos, já que a obra não estaria completa, e a família do escritor acabou por convidar dois escritores amigos, Porfírio Pereira da Silva e Rui Sequeira, para escreverem o desfecho do romance, com base nas notas do autor, ficando assim explicado o porquê deste “atraso”, que tanto me intrigava.

Um título que lerei muito em breve, com um pouco de pena antecipada, por saber que não seremos brindados com obras futuras do autor, pois gostei bastante dos seus livros anteriores...