...As eleições estão aí à porta, e apesar de eu não gostar detestar falar em política, não pude deixar de sentir a pele arrepiada, quando hoje de manhã ouvi na rádio o Dr. Paulo Portas a afirmar que se sente pronto para dirigir um governo.
Cruz credo!...
A seguir ao descalabro que foi a aquisição dos submarinos, quando esse senhor esteve à frente da pasta da Defesa, e de todas as despesas astronómicas daí decorrentes (que não se prendem apenas com a compra, mas também com a manutenção milionária dos ditos cujos), o que será que ele nos iria obrigar a adquirir desta vez?
Depois de muito sonhar com um ipad, soubemos tardiamente que eles tinham estado em promoção, com um preço super-hiper apetitoso, em diversas lojas de renome da "nossa praça".
Ainda esmiuçámos tudinho, tudinho, mas os resultados foram nulos... até que no passado fim de semana encontrei o que queria na loja online do El Corte Ingles.
Feliz da vida tratei de fazer a encomenda.
A primeira coisa que não me deixou muito feliz, foi que uma encomenda feita no domingo, só seria entregue na 4ª feira. Isto é tempo a mais para um país tão pequenino (quer dizer... é o tempo que eu demoro a receber uma encomenda feita em Franca, no Reino Unido ou na Alemanha, por isso avaliem por vocês)... a FNAC online, por exemplo entrega em 24 horas. Dando um pequeno desconto por a encomenda ter sido feita a um domingo, seria de esperar que poderia ser entregue pelo menos na 3ª, mas não...
Ainda assim quase não acreditava na minha "sorte", e na 2ª feira, ainda liguei para o serviço de vendas online do El Corte Inglês, para confirmar tudo, e aparentemente estava tudo OK.
4ª feira pelas 10h30, fizeram a entrega via mrw (a transportadora).
Abri o pacote muito ansiosa, e prontos. Já estava tudo estragado.
Em vez do ipad 16gb com wi-fi e 3G (com ênfase para a parte do 3G que é imprescindível como ferramenta de trabalho), entregaram-me um ipad 32GB com wi-fi. Sim... o dobro da capacidade de armazenamento... mas SEM 3G. Para quem não souber a diferença que faz, e fazendo uma analogia (não literal), é mais ou menos como ter um portátil maravilhoso, mas sem bateria e ter que funcionar com ele sempre ligado à corrente eléctrica, estão a ver?
Quase 30 horas depois, telefonema para lá, telefonema para cá, o El Corte Inglês ainda não me deu uma solução. Suponho que por estes produtos terem esgotado completamente com as promoções. Mas ainda assim. Que porcaria de serviço. Se eu já não tinha o El Corte Inglês em grande consideração, agora então, ainda menos. I am absolutelly f-u-r-i-o-u-s. ...e já não antevejo nenhum ipad no meu futuro *snif*
#edit#
Finalmente obtive resposta do El Corte Ingles, e nada feito. Vão levantar aqui a encomenda amanhã, e querem saber a parte mais gira? Apesar de eu a ter pago na hora em numerário, eles devolvem a quantia, por cheque e até 10 dias úteis. Giro não acham? El Corte Ingles online, you say?Nunca mais, obrigada!
A não perder a mini série em 6 (ou 8?) episódios que vai passar no AXN, d' "Os Pilares da Terra" baseado no romance homónimo de Ken Follet. O episódio 1 é já hoje que dá, das 23h20 às 00h30.
A produção executiva é de Ridlley e Tony Scott, e a série é muito recente (2010), com certeza vale a pena!
Claro que, se forem como eu e ainda não leram o(s) livro(s) (que estão ali na estante à espera de vez de leitura), talvez o melhor seja gravarem, e verem depois de lerem. Eu pelo menos costumo preferir largamente a versão literária às adaptações televisivas / cinematográficas dos livros (apesar de concordar que algumas adaptações são muitíssimo boas).
Não sei se já notaram, que a Savora tem estado ausente da prateleira dos super e hiper mercados?
Para mim não há outra mostarda, e este facto deixou-me um pouco admirada.
Quem me contou foram os meus pais e a minha irmã, mas numa ida ao hipermercado já pude constatar que é verídico.
Surgiram uns boatos que diziam que ía deixar de haver Savora!
Hoje enviei um email à marca que comercializa a mostarda cá em Portugal, a F. Lima, e recebi uma pronta resposta que dava conta que:
"Informamos que não deixámos de comercializar a mostarda Savora, mas neste momento não estamos a fornecer Savora porque:as matérias-primas que compõem as fórmulas dos nossos produtos são diferenciadoras, algumas únicas e bastante específicas. Daí, a dificuldade de fornecimento que temos vindo a registar, com especial enfoque no momento actual. Como queremos manter a intransigência no que diz respeito a todas as características que compõem as nossas fórmulas, optámos pela decisão mais difícil e mais penalizadora, mas com a certeza de que se trata da melhor decisão, no sentido de garantir a idoneidade e a relação de confiança que os nossos produtos têm com os nossos clientes e consumidores.Apesar de estarmos a efectuar todos os esforços necessários, no sentido de normalizar a situação, neste momento não conseguiremos dar certezas de datas concretas para a regularização da mesma. Estamos cientes do transtorno que causa a todas as partes envolvidas, pelo que apelamos desde já à sua compreensão."
Bom... não sei se será bem isto ou não... lembrei-me que como a marca / receita não é portuguesa, poderia ter algo a ver com direitos expirados, ou coisa do género...
Entretanto, e enquanto não se souber no que isto vai dar, fiquem a saber que encontram a versão francesa no ebay, aqui. Fica por 3,40€ + portes. Vou pensar seriamente no assunto. Compensa é comprar mais do que 1 frasco, para se diluírem os custos dos portes. Mas vale a pena, é que sem Savora TUDO piora ;)
(entretanto vou estar atenta nos Pingo Doce, e outros supermercados... pode ser que ainda se consiga encontrar uns restitos de stock em algum lado!)
Hoje resolvi fazer um bolo de bolacha. Cá em casa adoramos bolo de bolacha!
Ontem demos um saltinho ao hipermercado - está tudo pela hora da morte! Num abrir e fechar de olhos gastam-se 100 euros num carrinho longe de estar cheio, mas adiante - lá para as tantas, no processo de fazer as tais compras, quando passei no corredor dos congelados, vislumbrei um bolo de bolacha da "Casa do Crespo" que simplesmente adoro. Mas claro, o preço é puxadote... e como eu até gosto de fazer doçarias, decidi ali mesmo que hoje ía fazer um bolo de bolacha.
Teve que ser com bolacha Maria - porque era o que havia cá em casa (costumo fazer com bolacha torrada), e o meu creme talvez fique um pouco líquido (porque lhe junto sumo de limão) - apesar de depois solidificar quando vai ao frigorífico, mas é de comer e chorar por mais.
Juro!
...enquanto preparava o bolo, estava sozinha na cozinha, e liguei a TV no VH1. Som generoso. A selecção de música estava fantástica - Foo Fighters, Lenny Kravitz, Fat Boy Slim e tantos outros. Cantei a plenos pulmões enquanto fazia o bolo.
Agora estou a escrever aqui no estaminé, enquanto estou a ter uma massagem Shiatsu divinal nas costas e pescoço (com a minha prenda de natal a Beurer MG 250)
Ok. O estaminé já se encontra mais ou menos em ordem. Queria adicionar aos meus posts a funcionalidade de "partilhar no Facebook", e para isso tive que actualizar o modelo do blog... o problema é que depois personalizá-lo é sempre o cabo dos trabalhos... *humpffff*
...agora é só ter tempo de escrever novos posts ^_^
Desculpem... acho que não morreu um, mas vários sonhos.
A começar pelo sonho de Fernando Corrêa de Oliveira (conceituado compositor, pianista, pedagogo e teórico musical portuense), que em 1957 fundou o Parnaso, uma escola destinada ao ensino de música, ballet e teatro.
Ao que parece, foi durante décadas um centro de diversas actividades culturais, e o seu auditório era mesmo um dos melhores da cidade para a época.
Mas também morreu o meu sonho, e o de tantas outras meninas que ali cresceram e se fizeram mulheres.
O Parnaso foi a escola onde a minha madrinha e os meus pais me inscreveram no Ballet. Tinha eu 6 anos. Andei lá 10 anos da minha vida, que recordo com muita alegria. Passei lá muitas horas, a praticar, a sonhar... até já não ser mais possível a conciliação de horários.
Ainda me lembro de ter as obrigatórias aulas de música com o referido Fernando Corrêa de Oliveira. (saíam-lhe tufos de pêlos dos ouvidos - o que me impressionava bastante!)
E lembro-me também de como as aulas de sábado eram especiais, pois eram acompanhadas não pelo gravador e pela cassete, mas ao vivo pelo piano (ainda me lembro que quem o tocava se chamava Rui, que depois começou a dar-nos também as aulas de música que antecediam a aula de ballet de sábado)
Quando desisti já tinha 16 anos. Tinha chegado ao chamado Pré-Elementar.No Espectáculo anual já entrava na conceituada 2ª parte, e não na 1ª que era a das "crianças".
Aos 18, já na faculdade, ainda tentei voltar... fiz aulas durante mais uns meses, mas acabei por deixar de vez. O professor já não era sempre o meu querido Maurice César, que agora intercalava as aulas com outras "professoras" que antes tinham sido alunas.
E acho que a escola começou a decair.
Não só por causa disso claro - apesar de que tenho absoluta certeza de que se a escola teve o sucesso que teve, também foi por causa do seu professor.
Mas terá decaído também porque começaram a surgir muitas outras escolas - ainda que muitas sem qualificações. Sim porque a "nossa" era "apadrinhada" pela Royal Academy of Dance de Londres (se não estou em erro? Tenho que verificar nos meus diplomas), e todos os anos fazíamos exames para passar de "grau".
Eu até era boa ao que parece (desculpem a falta de modéstia). Tive sempre óptimas notas nos exames. E quando havia eventos especiais, era sempre uma das escolhidas para participar.
E ficou a mágoa.
Era uma coisa que gostaria de fazer ainda hoje. Dançar ballet. Tenho o meu último fato, os meus collants, as minhas sapatilhas (as normais e as de pontas). De vez em quando ainda as calço... tenho tantas saudades...
...E agora o sonho desfez-se. O edifício continua lá, mas a escola já não existe mais. Nem a de Ballet, nem a de Música, e obviamente não a de teatro - que já nem no meu tempo existia, acho.
Do auditório lembro-me bem... chegámos a fazer lá, 2 festas anuais se não estou em erro (as minhas primeiras)... mas a escola tinha muito sucesso, éramos imensas alunas, e o auditório era diminuto para tanta gente, pelo que a festa anual começou a ser feita no Carlos Alberto, sempre por alturas do S. João... mais dia menos dia.
Eram dias fantásticos. Lembro-me da azáfama dos exames... das festas... dos tecidos, dos modelos dos vestidos.... das nossas mães a "tirarem informações" com a D. Eugénia da secretaria...
Quem me dera que a minha filha pudesse lá andar.
Quem me dera eu poder lá andar, em "aulas sem stress para cotas doidas" ^_^
Tudo o que resta no local, para testemunhar o que o Parnaso foi, e os sonhos que lá se viveram - e se terão desfeito também, é isto:
Pergunto-me o que terá sido feito do César, e das meninas que foram colegas e amigas durante estes anos tão importantes...
Ainda não tinha aqui escrito nada acerca do 4ª aniversário da piolha =)
Este ano calhou a um sábado, por isso foi altura para fazer uma festinha mais composta, com família e amigos. Foi a primeira vez.
E que trabalheira... decidi-me a fazer tudo. Tinha montes de ideas, queria tratar de montes de pormenores, mas alguns tiveram que ficam pela vontade mesmo.
Até fotografias ficaram por tirar... Mas aqui ficam algumas!
Aqui podem ver (um bocadinho ao longe) o Tutu que lhe fiz, para ela vestir neste dia!
O bolo de aniversário caseiro, feito por mim e pelo papá (a hóstia foi encomendada online, com um desenho que eu lhes enviei, o resto fizemos nós).
Os pom-pons que eu fiz para decorar a festa (aqui uns dias depois no quarto dela... no próprio dia como disse, ficaram a faltar fotos para documentar a festa...)
O bolo que fizemos para a festinha dela na escola (na 2ª feira seguinte)...
Os saquinhos com as guloseimas para os amiguinhos...
A festa não teve propriamente nenhum tema... só os bolos foram temáticos. O resto foi mais cores e padrões. Ficou muito giro, tenho pena de não ter fotos a comprovar, mas ou bem que se está a pilotar uma festa, ou bem que se está a fotografá-la ^_^
...eu avisei, que andava muito prendada, hehehehe!!
Este foi o bolo fizemos, para sobremesa em casa dos meus pais, para comemorar o dia dos pais. Bolo de Laranja, com recheio de creme de laranja, e cobertura em pasta de açúcar (porque ficam tãaaaao bonitinhos assim!!)
...e na 2ª feira foi a festa do dia do pai na escolinha da piolha. Os pais foram convidados para um lanche, e não só!
...também houve um pequeno espectáculo (do qual a piolha foi a apresentadora, uau!), e claro... a prendinha da praxe, que andavam a preparar há séculos)!
Ando mais do que atrasada nas opiniões sobre os livros que vou lendo... tenho que tentar mudar de tática - talvez fazer gravações das minhas impressões acerca do que vou lendo, para depois não me perder?
Por agora, e para não me perder (mais uma vez, e mais ainda), deixo aqui uma citação do livro que estou a ler neste momento (Juízo Final de Sam Bourne) - e que estou a adorar:
"Podem perguntar se eu, quando finalmente compreendi (qual seria o objectivo de tudo isto), alguma vez questionei o que iria fazer. Mas aquilo que ninguém pode perceber, a menos que tenham visto o que nós vimos, é o quão profundo o nosso ódio se tornara. Era maior do que qualquer um de nós; podíamos nadar e afundar-nos nele e sabíamos que perduraria para além da nossa própria existência.
Quem odiávamos nós? Odiávamos as pessoas que eram capazes de pegar num bébé a chorar, pelos tornozelos, e esmagar-lhe o crânio inocente contra uma parede de tijolos. Odiávamos as pessoas que eram capazes de reunir seres humanos e amontoá-los em ruas medievais e fétidas e matá-las à fome para que os seus corpos fossem comidos por cães vadios. Odiávamos as pessoas que nos disseram que iríamos ser realojados no leste, enfiando-nos em comboios, em vagões para gado, e depois separando-nos - para a direita e para a esquerda - assumindo o papel de anjos da morte, decidindo no cais, junto a um comboio acabado de chegar e ainda fumegante, quem deveria viver e quem deveria morrer. Odiávamos as pessoas que nos espancavam, chicoteavam e empurravam, às nossas crianças e aos nossos velhos, para o interior de cabines de chuveiro em cimento, dizendo que nos íam "desparasitar", porque estávamos infestados como animais cheios de pulgas - continuando a mentir até ao final de tudo - e observando-nos enquanto esperávamos pela água que nos lavaria e que nunca chegava, observando através de um olho-de-boi enquanto o gás lançado por uma lata de Zyklon B penetrava no local, com os homens, mulheres e crianças no seu interior a trepar uns por cima dos outros para chegarem ao que, no seu desespero, pensaram poder ser uma abertura no tecto ou no cimo de uma parede, a uma fonte de ar não envenenado e respirável. Odiávamos as pessoas que arrancavam os anéis dos nossos dedos e o ouro dos nossos dentes, que os derretiam pelo dinheiro que poderiam obter a partir deles. Odiávamos as pessoas que arrancavam as roupas dos corpos dos nossos mortos, enviando-as para casa para serem usadas pelas suas mulheres, filhos e filhas. Odiávamos as pessoas que, após terem extraído a riqueza da nossa própria carne, nos atiravam para dentro das incineradoras, nos sufocavam com a cinza que ascendia e caía como neve cobrindo tudo num raio de kilómetros. Odiávamo-los pelo seu plano de nos erradicarem da face da Terra, para destruir as nossas pedras tumulares e rasgarem os ventres das nossas mulheres para que aquela geração fosse a última. Odiávamo-los pelo insaciável ódio que nos tinham.
Quando um homem arde com uma ira tão incandescente como esta, ainda mais inflamada pela certeza de que o resto do mundo está preparado para seguir em frente com um encolher de ombros - fica disposto a fazer quase tudo. Para saciar esta raiva fica disposto a qualquer coisa. Tal como eu estava disposto."
Ainda são muitas as séries que vou conseguindo seguir, graças à marvilhosa zon box claro - de outra forma seria impossível (e mesmo assim às vezes vejo com semanas de diferença em relação à data original de emissão).
Mas gosto de pensar que sou inteligente. E como tal, posso mudar de opinião. E não tenho vergonha de o afirmar.
A verdade é que em alturas mais fracas de TV, e com pouco para ver, fui sempre seguindo a série.
E vi a personagem principal crescer, crescer, até ficar completamente fã. A série vale por causa da personagem (pelo menos para mim). E por isso faço questão de ver, semana após semana.
Mary McCormack veste a pele da complicada Marshal Federal Mary Shannon, sublimemente. É caso para dizer que a vida com ela nunca é aborrecida. O seu parceiro dá um belíssimo actor secundário, e juntos funcionam muito bem. Mas a estrela é ela, sem dúvida alguma.
Outra série acerca da qual quero deixar umas linhas, é Criminal Minds (Mentes Criminosas no Axn).
Isto por não saber muito bem onde nos irá levar.
Surpreendentemente a série sobreviveu à baixa inicial do importante Gideon (representado por Mandy Pantinkin), e diga-se de passagem que contrariamente ao esperado, até aumentou consideravelmente de qualidade. Sendo que mesmo tendo visto todos os episódios desde o início, só me considerei verdadeira fã, a partir da 3ª temporada.
...mas estamos agora na 6ª temporada, e todos sabemos que nada dura para sempre, pelo que começo a questionar-me, onde nos levarão os argumentistas da série.
Logo no início desta temporada perdemos mais um importante personagem - um dos meus preferidos - a JJ (representada por A.J.Cook), e mais para o final (ainda não emitido pelo Axn), já sabemos que iremos perder outra personagem feminina - a agente Prentiss (representada por Paget Brewster).
Resta-nos assim a doce e extravagante Garcia - cuja saída não se adivinha, mas que não evita que nos perguntemos... o que podemos esperar mais desta série. Será que vem aí o final?
Finalmente, outra série de que vou escrever umas linhas...
Infelizmente, parece que CSI NY poderá estar em vias de ser cancelada - o que muito me entristece, pois é de longe o meu preferido dos CSI, logo seguida pela série original, ambas qualitativamente muitos furos acima da "pitorescada" que virou o CSI Miami (cujo actor Adam Rodriguez nunca consegui engolir *humpfff*, e onde o Horatio também já chateia sempre a dar o cartãozinho de visita aos desprotegidos, *duh*, sempre com os seus óculos de sol, e num cenário que tenha o chãozinho molhadinho de fresco claro - "oh lord" tantos clichés).
Mas voltando ao que interessa, ao CSI NY, no início da temporada fomos logo surpreendidos pela mudança de "leading character" feminino. Melina Kanakaredes foi substituída pela (fantástica) Sela Ward.
Sou fã de Sela Ward desde os seus dias de "Once and Again" ("Começar de Novo" que passou originalmente na rtp 2). E estou a gostar bastante do personagem dela em CSI NY.
Ao que parece Melina Kanakaredes terá saído da série por não querer renovar contrato com a produção, com o mesmo cachet.
Polémicas à parte, o certo é que nos Estados Unidos as audiências têm vindo a baixar, e até já mudaram a posição da série na grelha de tv. Há quem diga que são prenúncios de uma morte certa.
Sempre que vai começar uma série nova nos canais de séries, eu gravo.
Não quero perder a oportunidade de começar a seguir uma grande produção. Ou uma produção de que eu goste. Por isso "grande", do meu ponto de vista.
Às vezes é uma desilusão, como foi com o "The Gates" que passa na Fox. *blargh*. Já tinha uns 4 episódios gravados, quando finalmente pude começar a ver. Os primeiros minutos foram muito mauzinhos, e depois quando percebi que era de "vampirada", nem vi mais. Stop. Delete. Todos os episódios que já tinha gravado. Não sou fã do género, e há muita coisa boa para ver - e pouco tempo para o fazer, por isso, adiante.
Quando o AXN anunciou a série Luther, da BBC, lá gravei. No primeiro episódio fiquei logo, e imediatamente rendida com o genérico. Um óptimo prenúncio sem dúvida. E melhor: a série corresponde totalmente à expectativa que ele me criou. Totalmente diferente das produções americanas (muitas das quais sou fã, não quero induzir ninguém em erro), mas muito, muito, muito boa. Aconselho vivamente. Mas vejam desde o início. A 1ª temporada só tem 6 episódios, com certeza o Axn irá repeti-los noutros horários daqui a umas semanas. Se ainda não viram, vejam nessa altura. Vale BEM a pena.
"Luther é um thriller psicológico criminal, protagonizado pelo detective John Luther, um investigador brilhante cuja envolvimento apaixonado no seu trabalho ameaça a sua vida pessoal." (in tv.com)
Fica aqui o genérico para aguçar o apetite.
...e caso tenham curiosidade, a música é "Paradise Circus" dos Massive Attack. Maravilhosa, certo?
Ontem foi a festa de carnaval lá na escolinha da piolha.
Este ano o tema foi obrigatório lá na sala, porque íam fazer um baile: Príncipes e Princesas (*blargh* e eu que este ano a ía vestir de Margarida...)
Tinha planeado dedicar o dia de 5ª feira a fazer a fatiota (já bem definida na minha cabeça), mas para não variar as previsões saíram todas furadas. À ultima da hora, um cliente de um cliente fez um ultimato, e aqui a zézinha teve que dar o litro durante o dia, durante a noite enfim... foi trabalhar non stop.
Quem saiu prejudicada foi a Mafaldocas, porque só comecei a trabalhar na fatiota dela às 8 da manhã do próprio dia (ela é suposto entrar às 9h30...). O papá teve que ajudar, está claro.
Primeiro coser a saia de tule... cosi 6 camadas... queria fazer com 8, mas 2 ficaram só no projecto.
Depois dobrar o tecido, marcar o molde às pressas e cortar.
Prender com alfinetes, fazer a piolha vestir, fazer ajustes.
O Helder mete o tecido na máquina de costura, e zá-zá-zá-zá-zá, enquanto a piolha veste a saia de tule e eu ajusto a altura.
Uma vez cosido, a piolha veste novamente.
Contratempo: a máquina pregou das suas partidas, e os pontos começara, a abrir em alguns locais.
Tira vestido. Não há tempo para descobrir o que se passa com a máquina (devemos ter feito alguma coisa mal, obviamente, as máquinas têm sempre - ou quase sempre - razão).
*nota para mim própria, ir tirar um curso básico de coser à máquina, saber os pontos para que servem, mudar as linhas, ajustar pontos, etc. e tal.
Ao menos a pistola de cola estava mesmo à mão (o Helder tinha utilizado na noite anterior para colar os "brilhantes" na camisola de base da fatiota).
Toca a reforçar as costuras com cola quente.
Não há tempo para fazer mangas no vestido.
Corta-se a parte de cima, e fica um "cai-cai".
Faz-se uma baínha com cola quente, e mete-se o elástico. Assim o vestido não "cai".
Vestem-se os collants, a camisola interior, a camisola com os brilhantes, a saia de tule.
Calçam-se as botas.
Veste-se o vestido.
Colocam-se borboletas a ornamentar o vestido. Uma fita larga com um laço à volta da cintura.
Põe-se a tiara na cabeça, adaptada previamente no dia anterior a uma bandolete - para não cair.
Ajusta-se a altura do vestido. Não há tempo para baínhas.
Vai-se para o carro. Liga-se o carro. Pernas para que te quero. Chega-se à escola com 1 hora de atraso, mas a tempo da farra. É o que interessa.
O vestido só tinha que sobreviver a um dia.
Voilá.
No after-party, a tiara ficou na escola, a borboleta das costas ficou "esmagada", as outras soltaram-se do vestido com a brincadeira. O vestido estava meio a esfarrapar em baixo, por não ter baínha.
Mas aguentou-se.
...e a piolha conseguiu ir fazer xixi durante o dia várias vezes, sem muitos filmes.
Acho que não há maneira de priorar um plano tão mal traçado. Venha o próximo carnaval por favor.
A piolha anda já de há uns tempos para cá, que volta e meia sai-se com a mesma conversa: "la, la, la, Monteiro" p'raqui "la, la, la, Monteiro" p'ráli, "é o meu namorado", explica ela muito séria.
Então ontem meteu na cabeça que ía dar ao "namorado" um dos seus brinquedos... procurou, procurou, e lá veio ter comigo, de livro entre os braços, a dizer que já tinha escolhido o que dar ao Monteiro, e ainda foi buscar uma fralda de pano à gaveta, e disse que era "para eu embrulhar". Ai o caraças...
Lá a convenci que não podia ser, que se ela quisesse dar alguma coisa ao Monteiro, que lhe desse um xupa-xupa. Não tive que batalhar muito, ela deixou-se convencer depressa.
Hoje de manhã fiz bem depressa um coração que dizia "Mafalda + Monteiro", haviam de ver os olhinhos dela, de tão feliz, hahahaha!! Enchemos um balão em formato de coração (cor-de-rosa, claro!), e o papá escreveu a mesma coisa. No fio do balão ía preso um xupa-xupa para ela lhe oferecer.
Aqui está a foto.
Ao chegarmos à escola, íamos a descer as escadas, e cruzámo-nos com a avó do M., e a Mafalda logo toda feliz a explicar que levava uma prenda para o Monteiro, e não é que a avó lhe disse que ele também tinha trazido uma coisa para ela?! Bem, acho que nunca chegámos tão rápido à sala de aula... Ela a dar-lhe a prenda, e ele a ela (um chocolate em forma de coração que "marchou logo"), e a educadora babada, e toda satisfeita com o coração que a Mafalda levava ao peito, a perguntar se eu tinha feito... ora pois claro que sim! (quando quero sou muito prendada, haha!). Só que disse que agora ía ter que fazer para os meninos todos... hahaha! Espero que não me tenha ficado a odiar.
A minha madrinha sempre foi - e continua a ser - uma óptima "doceira"... Se calhar também cozinheira, mas como eu sempre fui mais de doces, foram eles que mais me ficaram na memória.
Sempre adorei ir para casa dela em miúda... agora já quase lá não vou... mas este ano proporcionou-se eu passar por lá para deixar as nossas prendinhas de natal, antes que eles deixassem a cidade.
A Mafalda, curiosa como sempre, quis conhecer a casa toda (ainda não conhecia), incluindo a cozinha. Eu já lá não entrava há TANTOS anos... vieram-me logo uma montanha de memórias à cabeça, e vi, completamente babada, que ela ainda lá tem o seu "velhinho" fogão.
Infelizmente parece que alguns discos já não funcionam, e ela tem muita dificuldade em arranjar quem lho repare, pelo que o mais provável é que qualquer dia ele acabe por ir parar ao lixo. Que pecado... que pena.
Começando na passagem de ano com a piolha adoentada, aqui a "je" apanhou uma senhora conjuntivite viral, patrocinada pelos meus pais, com direito a ir às urgências e tudo... infelizmente não havia nada a fazer, a não sei aplicar medicação para "alívio" dos sintomas, e vir de lá com o aviso de que demoraria 2 a 3 semanas a passar.
Pois bem, só ao final da 2ª semana é que comecei a melhorar. Entretanto fui trabalhando sempre muito pitosga,e muito em baixo (que isto abate uma pessoa). Praticamente não saí de casa, para não andar a contagiar ninguém, porque as conjuntivites "apegam-se" muito.
Infelizmente "apeguei" a coisa ao Helder, que por sua vez "apegou" à piolha... resumindo e concluindo, há 2 semanas que a piolha está em casa, eu que trabalhei na pior parte do meu episódio de conjuntivite (primeira semana do ano), apesar de agora estar curada (acho), estas 2 semanas pouco ou nada trabalhei, porque ela é muito... mmmm..... "absorvente". Amanhã vamos ao médico, para confirmar que ela está OK, e passar a declaração a dizer isso mesmo para entregarmos na escolinha na 2ª feira (pois é... quem falta mais de 5 dias na escolinha, depois só volta com declaração médica a comprovar que se está apto a voltar às actividades escolares, e ao convívio com os outros meninos).
Entretanto e para piorar a aura que tem andado cá por casa, o Denis adoeceu. Começou a fazer xixi com sangue, e assustou-me muito. Lá andei com ele para o veterinário, fizeram-se análises ao xixi, raio-x (um deles com algália, coitadinho do meu schnauzer), e chegou-se à conclusão que ele tem uma cistite muito "brava". Esteve a antibióticos e anti-inflamatórios injectáveis toda esta semana que passou, e para a semana temos que repetir o raio-x... falou-se em cirurgia, mas ele tem estado a melhorar, a aceitar bem a nova ração "medicinal" (que daqui para a frente vai ter que comer sempre tadito), e eu estou com esperanças que a cirurgia se possa evitar. Principalmente porque acho que o pós operatório é muito complicado nos cães. Fico a fazer figas...
Para a semana, espero que finalmente começemos a entrar na rotina familiar, e na parte que me toca, adivinha-se muito trabalhinho para colocar em dia. Será (finalmente) o começo do ano?
São dias muito cheios e intensos os das festas de Natal... e a piolha ressentiu-se. Na passagem de ano passámos a meia-noite com ela muito mal dispostinha dentro da banheira a tomar um banho... bom, pelo menos foi uma passagem de ano diferente =)
Na véspera, e por não ser fã do Bolo Rei tradicional, meti na cabeça que tinha que descobrir o "Bolo Rei Gourmet", de que tinha ouvido falar num noticiário da RTP... Depois de muita pesquisa lá descobri onde se vendia aqui no Porto (Confeitaria San Remo, na Av. da Boavista). Envolveu alguma espera, porque não tinhamos encomendado, mas lá arranjámos... de caminho ainda comprei um "Bolo Rei de Chocolate". Infelizmente, e depois de muito salivar, lamento informar que, pelo menos na nossa opinião (minha e do Helder), foi uma montanha que pariu um rato. Definitivamente não ficámos clientes, nem de um, nem de outro... diz quem sabe, que existe um Bolo Rei de Chocolate mesmo bom, e diferente do que nós comprámos... adivinha-se nova caçada no ano que vem!
Em casa do meu mano, e durante a abertura de prendas, só "deu" Mafalda (claro). Meu deus... tanta prenda! E ela delirava a cada uma que abria.
Tinhamos 2 pessoas mais "delibilitadas", o meu pai, que tinha sido submetido a uma cirurgia a um olho na semana anterior, e o meu mano, que estava mesmo com um ar cansadérrimo, mas ainda assim, foi natal, e vale sempre a pena estarmos juntos de quem amamos.
Independentemente de tudo.
(aqui temos uma princesa de galochas - coisa nunca antes vista!)
(já no dia de natal, de manhã, rodeada pelos peluches Disney patrocinados pelos Padrinhos, desde o dia do seu nascimento, e até à data)
(no dia de natal, a usufruir de mais uma das prendas de natal - e que tanto tinha pedido - um "carofone" = microfone)
"Inflamações no olhos ocorrem num grande número de pacientes portadores da doença de Crohn.
As mais comuns são conjuntivite, inflamação parcial ou completa da esclerótica (parte branca globo ocular), inflamação da Íris, inflamação da membrana intermediária do globo ocular e inflamação da retina.
A inflamação da esclerótica ou da Íris é comumente associada a doença de Crohn e pode ocorrer acompanhando ou não um ataque agudo da doença.
O tratamentos dos distúrbios oculares inclui colírios a base de cortizona e o tratamento efetivo da doença inflamatória intestinal.
Os distúrbios oculares, na doença de Crohn, muito provavelmente são causados por uma reação tipo antígeno – anticorpo.
Ë importante, tanto para o paciente quanto para o médico, considerar a possibilidade do envolvimento ocular na doença de Crohn, assim os primeiros sintomas surjam, o paciente já receba imediatamente o tratamento oftálmico necessário."
Já foi na semana passada, mas não queria deixar de partilhar aqui a experiência...
A festinha de Natal na sala da Mafalda, foi no passado dia 15.
A excitação era muita, tiveram 500.000 ensaios, e a coisa correu bem. Era suposto a piolha levar um fato de mãe natal... ora como eu sou um ás na costura (*not*), comprar feito é sempre mais fácil (e nem sempre mais dispendioso...), pelo que lá fui a uma ou 2 lojinhas, mas fatos de mãe natal ou pai natal para meninas, é que népias... vai daí, já chateada, e como ainda faltavam 2 semanas para a festa, aqui a mãmã toca de ir ao ebay, e prontos. Passados 4 dias tinha cá a fatiota vinda do Reino Unido. Pelo menos não era igual à de mais ninguém, não chegou aos 15 euros já com portes, e a piolha ficou encantada.
No dia da festa, lá se vestiu de mãe natal, para uma coreografia à volta do pinheiro (ao som da versão portuguesa do "Walking around the Christmas Tree"), e depois ainda se vestiu de "estrela", para cantarem juntos o "brilha brilha lá no céu" - primeiro em versão "normal", e depois em versão "rap" (a da foto).
Depois da festinha, lá fomos a casa dos meus pais, ver o Toninho que tinha sido submetido a uma cirurgia de oftalmologia (com direito a anestesia, e internamento de 1 dia no "hotel" Sto António), mas que estava 5 estrelas (apesar de resmungãozinho).
...estava hoje a ver o 1º episódio da última temporada do Conta-me Como Foi, e na cena em que o António está a falar com o seu patrão na tipografia, viro-me para o Helder: "este sujeito parece imenso o Jorge Paupério"
...e não é que era mesmo?
Lembro-me quando dobrava os desenhos animados, de ser miúda e reconhecer logo a voz dele em tantos e tantos desenhos animados! (no David o Gnomo, e em tantos, tantos outros que seguia religiosamente!!)
Apesar de não nos conhecermos - ou de não nos vermos há 1 milhão de anos - sempre tive um carinho especial por ele: foi cunhado da minha irmã, sempre senti um pouco aquela voz como "família" =)
...encontrei no Corte Inglês: After Eight, edição especial de laranja, e edição especial de limão.
Trouxe o de laranja... a parte pior de ter uma caixinha destas no frigorífico, são as visitas constantes que lá faço ^_^
sábado, novembro 20, 2010
Partilharam este vídeo no fórum do Mistério Juvenil, e eu tive mesmo que colocar aqui também:
Ah! E eu tenho Hi5 (nota para mim própria - não esquecer de apagar a conta que está a ganhar teias de aranha), e Fuçasbook também (apenas porque alguns locais que visito regularmente já "exigem" que se tenha conta Facebook para se poder colocar comentários etc.)
...e prefiro andar sempre com uma máquina fotográfica pequenina comigo, do que utilizar a câmara peçonhenta do telemóvel. Os telefones são para t-e-l-e-f-o-n-a-r ok? =) (heheheehe)
Há dias que a piolha vinha a falar na festa do dia das bruxas... primeiro como "trabalho de casa" teve que levar para a escolinha 2 pratos de papel, e um pau grande. Dos pratos de papel, pintados a castanho e com mais uns pózinhos mágicos, nasceram uns bonitos mochos que estão pendurados por todo o tecto da sala de aulas... do pau, suponho que vá aparecer uma vassoura =)
Andava sempre a pedir um chapéu e um vestido de bruxa "para a festa", e eu sempre a dar para trás a dizer que só podia ser um chapéu. Tanto dei para trás, que ela lá se convenceu que podia ser o só chapéu (segundo a mãmã, ou era só o chapéu, ou não era nada, e como ela de trenguinhas não tem nada, já sabe que mais vale um pássaro na mão... ;))
Só que desta vez o elo mais fraco foi o papá (hehehehe). Quando fomos os dois ao Toys R' Us para comprar o chapéu, viu por lá um conjunto de vestido-chapéu, e ficou derretido... "ohhh... ela pediu um vestido e um chapéu!".
...e o resultado é o que se vê na foto =)
A piolha nem sonhava, mas ainda assim hoje de manhã acordou muito bem, e foi-nos "chamar" à cama, a dizer que tinhamos que ir muito cedo por causa da festa =)
Depois de todos prontos, e enquanto ela foi indo para a cozinha com o pai, para arranjar o pequeno almoço, estendi o vestido e o chapéu em cima da cama dela. Depois do pequeno almoço mandámos a cachopa ao quarto buscar não-sei-o-quê, e foi uma S-U-R-P-R-E-S-A para ela!! Ficou feliz da vida...
Desconfio que hoje foi um dia muito extenuante para a piolhita... O Ruca foi à escolinha dela, no âmbito da iniciativa "Recicle Hoje"... ela já vinha a falar nisso há dias, sempre a dizer que era amanhã, e eu "não filha... é na 4ª feira"! Para ela é sempre tudo amanhã, hehehe =)
Pois lá fomos buscá-la à escolinha, ela lá contou que o Ruca tinha estado "na aula de ginástica", e eu "no ginásio?", e ela "não! na aula de ginástica". Para ela o local onde tem a aula de ginástica, É a aula de ginástica, hahahaha! Tenho que insistir com ela que o local se chama g-i-n-á-s-i-o!! =)
Lá para as tantas, na canseira do final do dia, vinha tudo calado no carro... e depois lembrei-me de não sei o quê, e perguntei à Mafalda.... do banco de trás não veio resposta nenhuma. Vai daí, olho para lá, já dormia profundamente.
Chegados a casa, o H. pousou-a na cama, e ela aninhou-se logo. Na hora do banho fui lá, e népias... bom, foi o mote para trocarmos a ordem dos banhos, hoje ia ser a Mafalda a última. Quando chegou a vez dela, lá fui eu buscá-la... mas não havia Mafalda para ninguém!! Vai daí vesti-lhe o pijama, e prontos.... vim-me embora do quarto. Não tomou banho, nem jantou... mas também dia não são dias, dormir é meio sustento, e claro... não é todos os dias que se recebe a visita do Ruca na escolinha =)
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Valormed - Campanha Recicle Hoje
"O conceito da campanha Recicle Hoje é simples e directo: levar o consumidor a perceber a importância e urgência da reciclagem de medicamentos, explicando-lhe o quão vital a acção de reciclagem é no que respeita ao futuro do planeta.
(...)
a activação da mensagem é feita essencialmente nas farmácias (numa primeira instância), acabando por se estender ao “público do futuro”: as crianças e o meio escolar.
(...)
A longo prazo, a estratégia irá passar pela consciencialização junto do público infantil através de acções promovidas em escolas, essencialmente com crianças em idade pré-escolar; pretende-se, portanto, chegar não só às crianças – os adultos de amanhã -, mas também aos pais destas. A personagem infantil Ruca terá um papel importante neste processo, pois será ela a transmitir a mensagem em cada escola, fazendo com que as crianças relacionem o acto de reciclagem com a personagem."
Não me perguntem como é possível, mas o facto é que parece que cada livro da saga Daniel Allon é melhor do que o anterior. Fico cada vez mais fã, e mal posso esperar pelo "The Rembrandt Affair".
Quanto ao livro que acabei de ler, ele tem MUITÍSSIMO a ver com o que foi publicado imediatamente antes (As Regras de Moscovo), pelo que acho que não o devem ler sem terem lido esse primeiro.
Tudo começa com o desaparecimento de um desertor Russo em solo Inglês, orquestrado de forma a que parecesse que ele tinha deixado o país de livre e espontânea vontade. Mas Gabriel sabe que o que parece não é, e encontrando provas disso mesmo, propõe-se a resgatar o Russo que já lhe havia salvo a vida um par de vezes, e a quem fez outrora uma promessa.
A parte pior é quando no decorrer dessa mesma operação a sua própria mulher é raptada, e Gabriel vê-se confrontado de novo com o medo de perder quem mais ama, a diferença é que, desta vez ele terá uma palavra a dizer acerca disso.
Daniel Silva brinda-nos mais uma vez com um romance de espionagem simplesmente soberbo! Os seus personagens são muito sólidos e cheios de carácter, enfim, parecem verdadeiras pessoas, e o enredo é sempre muitíssimo bem engendrado!
Vocês vão achar que estou doidinha, mas estou em p-u-l-g-a-s!
Tenho andado muito afastada das notícias músicais (ao que não ajuda nada o facto de o meu pc estar sem som *furiosa*), e hoje em vez de ouvir rádio, resolvi ligar a TV no VH1... Lá para as tantas, estava a ouvir uma música que me estava a soar vagamente familiar... apesar de ser nova. Quando olho para a TV vejo o Gary Barlow, e o Robbie Williams a cantar uma música nova !!!!!
Fiquei a modos que histérica, vai daí: google + robbie williams + gary barlow, e dos vários resultados que aparecem, escolho o do Blitz, e lá está! Robbie Williams está neste momento a lançar uma compilação das suas músicas "In and Out of Consciousness: The Greatest Hits 1990 - 2010" (*nota para mim mesma para não esquecer de comprar- absolutamente), na qual consta a sua nova música com Gary Barlow: Shame.
Mas há mais novas notícias... os Take That estão novamente juntos, vão lançar um novo album, e vão entrar em digressão!! *weeeeeeeeeeeeeeeeee*
Sinto-me novamente uma adolescente!! It sure brings back memories... =)
(tenho que ter cuidado, porque já não sou nova, e ainda tenho um ataque cardíaco com tanta notícia excitante, hahaha!)
Estou terrivelmente atrasada nas actualizações aqui do estaminé, o que também se estende às minhas opiniões dos livros que vou lendo. Irei colocar algumas destas ultimas em suspenso, para falar do livro que acabei de ler ontem à noite.
James Rollins, é um daqueles autores cujos livros faço questão de comprar mal saem para o mercado. As aventuras da Força Sigma deixam-me sempre de respiração suspensa, devido ao seu ritmo alucinante!
Este "A Chave Maldita" não foi excepção, e atrevo-me mesmo a dizer que é um dos melhores da série - a seguir a "O Mapa dos Ossos", que foi o primeiro que li (e é também o primeiro da série - obrigada Difel, por publicarem os livros na ordem correcta, e não fazerem a salgalhada cronológica que outras editoras *aham* Bertrand *aham* insistem em fazer).
Numa emocionante aventura que se desenrola em duas frentes, Gray Pierce encontra-se numa situação caricata e cheia de contradições, entre duas das mulheres mais importantes da sua vida, sendo que a sua equipa se encontra em contra-relógio para salvar uma delas da morte certa - morte essa que apenas poderá ser impedida pela descoberta de uma misteriosa Chave, responsável por vários enigmas aparentemente inexplicáveis ao longo dos séculos, e que se encontra muitíssimo bem guardada.
O director da Sigma, Painter Crowe envolve-se mais activamente do que o esperado numa outra frente do que se demonstra ser a mesma investigação em que Gray está também envolvido, e para proteger as costas do director, somos brindados com o muitíssimo bem vindo regresso do fantástico Monk, que tantas dificuldades superou nas aventuras anteriores da Força Sigma.
Será que serão bem sucedidos, e conseguirão eles não só salvar uma das tais mulheres, mas também impedir que um mal enorme - fabricado pelo homem - se espalhe pelo planeta?
No final temos dois elementos de suspense... um relacionado com a vida amorosa de Gray, e outro, muito mais enigmático, relacionado com a arqui-inimiga da Força Sigma: a Guilda! Parece que uma guerra se avizinha!!
O próximo livro de James Rollins viu a sua publicação adiada para o verão de 2011, e eu pessoalmente: MAL POSSO ESPERAR!!! =)