terça-feira, abril 09, 2019
Leituras
sexta-feira, setembro 07, 2018
Citação
domingo, julho 29, 2018
Jørn Lier Horst
Comecei a ler no passado dia 7 o primeiro livro de Jørn Lier Horst a ser publicado entre nós “Fechada para o Inverno”, leitura essa entretando finalizada, sendo “engatei” no segundo título publicado, “Cães de Caça”.
Infelizmente, como muito acontece por cá, as editoras optam por pegar numa série a “meio” - “Fechada para o Inverno” é o sétimo livro da série, e “Cães de Caça” o oitavo.
Na primeira leitura achei as personagens principais relativamente interessantes, mas fiquei com a sensação de ter caído no meio de algo, o que não me permitiu uma sintonia completa, apesar das notas introdutórias ao livro que a editora acrescentou - e que apesar de tudo acabam por ser bem vindas.
Quanto ao livro propriamente dito, é interessante, achei algumas partes demasiado óbvias (a identidade do informador, a causa da morte dos pássaros). Apenas a revelação final - no fundo a revelação da identidade do perpetrador do crime que “abriu” este livro, conseguiu ser um pouco menos óbvia.
De qualquer forma, é um livro que se lê bem, a investigação é metódica, e o personagem principal e a sua filha têm algum interesse, e como livro policial acaba por estar bem conseguido sem ser brilhante.
Fiquei com vontade de continuar a seguir o autor, pelo que tive o privilégio de poder pegar de seguida no livro seguinte da série.
“Cães de Caça”, achei substancialmente melhor do que “Fechada para o Inverno”. Mais dinâmico, um pouco menos previsível. Na linha do livro anterior, mantém-se muitíssimo interessante nos aspectos metodológicos da resolução de um crime.
Irei começar a ler “O Homem das Cavernas” o mais rapidamente possível, gosto cada vez mais da construção dos personagens Wisting e Line.
Continuo com imensa pena que ainda não tenham publicado em português os livros do início desta série - espero no entanto que ainda o venham a fazer!!
domingo, junho 03, 2018
Casa de Espiões - Daniel Silva
quarta-feira, maio 23, 2018
A Resignação
terça-feira, maio 01, 2018
O Morcego - Jo Nesbo
domingo, abril 22, 2018
Leituras soltas
Esta é de o “Conclave” de Robert Harris, que tenho de momento em mãos.
quarta-feira, abril 11, 2018
A Mulher do Camarote 10 (leitura)
Acabada a leitura de “A Mulher do Camarote 10”, é altura de um minúsculo balanço.
Apesar de ter começado esta leitura num ritmo lento, por não haver nada na história que me prendesse verdadeiramente, a verdade é que a partir da página 145, o ritmo mudou, e não voltei - literalmente - a pousar o livro.
O balanço passou de um livro médio, para um livro bom, dentro do estilo.
O que mais me irritou? A capa do livro. Acredito que na ausência de um briefing em condições, deveria ser obrigatório para o criativo ler - pelo menos na diagonal - a obra que se propões espelhar na capa de uma publicação.
A verdade é que o cruzeiro onde se passa a narrativa, é um pequeno cruzeiro de luxo, com apenas 10 camarotes para convidados. Muito diferente do que vemos na capa do livro, que na verdade cria expectativas que não se verificam, e que me fez *mesmo* sentir enganada.
Nota 4 para Ruth Ware, pela sua história.
Nota 1 para António Pinto e para a Oficina do Livro, por uma capa que retratou o óbvio apenas a partir de um titulo, quando a narrativa não vai de encontro ao ilustrado. *BUUUU*
sábado, setembro 10, 2016
Leituras de férias
sábado, junho 11, 2016
Por vezes acontece...
quarta-feira, agosto 29, 2012
quarta-feira, maio 23, 2012
Não deu para resistir...
segunda-feira, março 05, 2012
O Caso Rembrandt - Daniel Silva
Fico inequivocamente com pena sempre que acabo uma leitura de Daniel Silva. Apesar de a fórmula dos seus livros ser muito familiar, é um estilo que me arrebata completamente, e com o qual me identifico.Deliciam-me particularmente as passagens que focam os restauros das obras de arte, o modo como estas se entrelaçam no romance, os treinos de "espionagem para tótós" que parecem estar sempre presentes, toda magia que Daniel Silve consegue passar para o lado de cá.
Este Caso Rembrandt não foi excepção à regra, e deixa como sempre o apetite aberto para o livro que se segue, a publicar não se sabe quando em Portugal.
Estou cada vez mais tentada em adquirir alguns ebooks para ler no ipad, de forma a deixar para trás esta dependência das editoras portuguesas, que são cada vez mais lentas e erráticas nas suas publicações.
terça-feira, fevereiro 14, 2012
Viciante...
Tão viciante que até chateia ter que trabalhar, em vez de estar enroscada num sofá a lê-lo!Que mestria! Sem dúvida nenhuma um dos meus escritores preferidos.
Ainda nem a meio da leitura cheguei, mas já antecipo com pena o dia em que o livro chegar à última página.
domingo, setembro 04, 2011
Bater no ceguinho
Volta e meia lá volto a este assunto aqui no estaminé: as editoras e a publicação não sequencial dos livros de tantos autores.
Infelizmente Brad Thor, consta também na lista desses autores, desta vez pela mão da Bertrand, que ao invés de começar a publicar a série "Scot Harvarth" desde o início, começou nada mais, nada menos pelo 6º livro da série, seguidos do 7º e do 8º (nomeadamente Primeiro Mandamento, O Último Patriota, O Apóstolo)
Pelo caminho, esperemos que apenas por agora, ficaram os primeiros volumes:
1. The Lions Of Lucerne (2001)
2. Path of the Assassin (2003)
3. State of the Union (2004)
4. Blowback (2005)
5. Takedown (2006)
Posteriores ao último O Patriota que a Bertrand publicou recentemente, estão ainda:
9. Foreign Influence (2010)
10. Full Black (2011)
...talvez até ao natal ainda sejamos brindados com algumas destas traduções, por parte da aditora? Fico a torcer para que sim. É que Brad Thor está já entre os meus autores preferidos!
Livros
Este ano a colheita "rendeu" o Falsas Impressões (Jeffrey Archer) e Boas Noticias, Más noticias (David Wolstencroft).
Mal acabe de ler o ciclo "Brad Thor" que retomei com o seu primeiro livro Primeiro Mandamento, e que pretendo concluir com o mais recente O Apóstolo, irei devorar estes novos livros adicionados à minha biblioteca!
Entretanto acabei de ler Pacífico de Clive Cussler, que como sempre, não desapontou! Se ler muitos livros deste autor de seguida, pode ser um pouco repetitivo, lê-los amiúde intercalados com outros autores é muitíssimo refrescante!
domingo, junho 12, 2011
Feira do Livro 2011




No feriado aceitei o desafio dos meus pais, e depois do almoço peguei na fofas, e fomos, com eles e com a Lola, à Feira do Livro.
Estivemos lá umas 3 horas, e para desgosto nosso não vimos nem uma única mascote infantil (era suposto haver ao feriado e ao fim de semana... devem ter-se esquecido *humpffff*).
A fofas ainda teve tempo de fazer 2 desenhos no espaço do grupo Porto Editora, e eu pude ver as bancas à vontade, porque os avós e a tia-avó olharam (e muito bem) por ela...
Como sempre apanhei muitas desilusões com alguns "descontos" que de "descontos" não tinham nada... por isso mesmo, não comprei o último livro do Clive Cussler. Ficará para outra altura (em 17 Euros, tinha um desconto de 1 Euro... sovinas!).
Preferi voltar a minha atenção para os livros de bolso, que ao menos tinham um desconto de 20% na sua maioria (os de 10 Euros custavam 8... é dinheiro ^_^), e mais, ainda usufrui de um desconto imediato de 5 Euros, por ter compras de valor superior a 30 Euros. E ainda vim com 2 vales de desconto de 5 Euros cada um, a gastar em determinadas Bertrands, em compras superiores a 25 Euros. Pena não se aplicar à Bertrand online, que eu para levantar o traseiro do sofá sou sempre uma tristeza...
A oferta dos novos livros de bolso já é bastante razoável, e o preço em relação à edição normal também é convidativo (regra geral). Vai daí escolhi uns títulos que já tinha em vista há algum tempo, os meus pais ofereceram-me "O Falsificador de Da Vinci", e ainda me aventurei a trazer 2 livros de Mary Higgins Clark, que tão conceituada é, e que até agora nunca li. Vai ser desta!
Curiosamente o livro que ía à feira comprar de propósito... não estava na feira, que era "O Primeiro Mandamento" de Brad Thor. Segundo quem me atendeu, não figurava entre os livros seleccionados a levar para o evento. Ora bolas.
Ainda assim, e passadas as tais 3 horas, a carteira veio um pouco mais leve, mas viemos todos satisfeitos... e a piolha também (que ganhou livros da Lola, dos avós, e dos pais - apesar de o pai não ter podido ir...)!
sábado, abril 16, 2011
Leituras
...as "reviews" do que tenho vindo a ler continuam por fazer, mas continuo a avançar nas minhas leituras.Há 2 semanas, numa das minhas idas ao hipermercado, descobri com muita satisfação que um novo livro de Daniel Silva tinha sido lançado: "A Marcha".
Comprei i-m-e-d-i-a-t-a-m-e-n-t-e.
Sou tão fã, mas tão fã dos livros dele, que nem sequer leio as sinopses.
...e tenho estado afastada dos novos lançamentos etc, pelo que nem sequer sabia se o protagonista deste livro era o Gabriel.
Não é.
Este livro é uma espécie de continuação d' "A Marca do Assassino". O protagonista é o agora "reformado" da CIA, Michael Osbourne.
Estou quase a meio e só vos posso dizer que, claro, estou a adorar!
sábado, março 26, 2011
Livros e Citação
Por agora, e para não me perder (mais uma vez, e mais ainda), deixo aqui uma citação do livro que estou a ler neste momento (Juízo Final de Sam Bourne) - e que estou a adorar:
"Podem perguntar se eu, quando finalmente compreendi (qual seria o objectivo de tudo isto), alguma vez questionei o que iria fazer. Mas aquilo que ninguém pode perceber, a menos que tenham visto o que nós vimos, é o quão profundo o nosso ódio se tornara. Era maior do que qualquer um de nós; podíamos nadar e afundar-nos nele e sabíamos que perduraria para além da nossa própria existência.
Quem odiávamos nós? Odiávamos as pessoas que eram capazes de pegar num bébé a chorar, pelos tornozelos, e esmagar-lhe o crânio inocente contra uma parede de tijolos. Odiávamos as pessoas que eram capazes de reunir seres humanos e amontoá-los em ruas medievais e fétidas e matá-las à fome para que os seus corpos fossem comidos por cães vadios. Odiávamos as pessoas que nos disseram que iríamos ser realojados no leste, enfiando-nos em comboios, em vagões para gado, e depois separando-nos - para a direita e para a esquerda - assumindo o papel de anjos da morte, decidindo no cais, junto a um comboio acabado de chegar e ainda fumegante, quem deveria viver e quem deveria morrer. Odiávamos as pessoas que nos espancavam, chicoteavam e empurravam, às nossas crianças e aos nossos velhos, para o interior de cabines de chuveiro em cimento, dizendo que nos íam "desparasitar", porque estávamos infestados como animais cheios de pulgas - continuando a mentir até ao final de tudo - e observando-nos enquanto esperávamos pela água que nos lavaria e que nunca chegava, observando através de um olho-de-boi enquanto o gás lançado por uma lata de Zyklon B penetrava no local, com os homens, mulheres e crianças no seu interior a trepar uns por cima dos outros para chegarem ao que, no seu desespero, pensaram poder ser uma abertura no tecto ou no cimo de uma parede, a uma fonte de ar não envenenado e respirável. Odiávamos as pessoas que arrancavam os anéis dos nossos dedos e o ouro dos nossos dentes, que os derretiam pelo dinheiro que poderiam obter a partir deles. Odiávamos as pessoas que arrancavam as roupas dos corpos dos nossos mortos, enviando-as para casa para serem usadas pelas suas mulheres, filhos e filhas. Odiávamos as pessoas que, após terem extraído a riqueza da nossa própria carne, nos atiravam para dentro das incineradoras, nos sufocavam com a cinza que ascendia e caía como neve cobrindo tudo num raio de kilómetros. Odiávamo-los pelo seu plano de nos erradicarem da face da Terra, para destruir as nossas pedras tumulares e rasgarem os ventres das nossas mulheres para que aquela geração fosse a última. Odiávamo-los pelo insaciável ódio que nos tinham.
Quando um homem arde com uma ira tão incandescente como esta, ainda mais inflamada pela certeza de que o resto do mundo está preparado para seguir em frente com um encolher de ombros - fica disposto a fazer quase tudo. Para saciar esta raiva fica disposto a qualquer coisa. Tal como eu estava disposto."
sexta-feira, outubro 22, 2010
O Desertor, de Daniel Silva
Pura e simplesmente F-A-B-U-L-O-S-O!!Não me perguntem como é possível, mas o facto é que parece que cada livro da saga Daniel Allon é melhor do que o anterior. Fico cada vez mais fã, e mal posso esperar pelo "The Rembrandt Affair".
Quanto ao livro que acabei de ler, ele tem MUITÍSSIMO a ver com o que foi publicado imediatamente antes (As Regras de Moscovo), pelo que acho que não o devem ler sem terem lido esse primeiro.
Tudo começa com o desaparecimento de um desertor Russo em solo Inglês, orquestrado de forma a que parecesse que ele tinha deixado o país de livre e espontânea vontade. Mas Gabriel sabe que o que parece não é, e encontrando provas disso mesmo, propõe-se a resgatar o Russo que já lhe havia salvo a vida um par de vezes, e a quem fez outrora uma promessa.
A parte pior é quando no decorrer dessa mesma operação a sua própria mulher é raptada, e Gabriel vê-se confrontado de novo com o medo de perder quem mais ama, a diferença é que, desta vez ele terá uma palavra a dizer acerca disso.
Daniel Silva brinda-nos mais uma vez com um romance de espionagem simplesmente soberbo! Os seus personagens são muito sólidos e cheios de carácter, enfim, parecem verdadeiras pessoas, e o enredo é sempre muitíssimo bem engendrado!

