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quinta-feira, setembro 01, 2011
Coisas
...nunca deixa de me surpreender a facilidade com que as pessoas "sacodem a água do capote"
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terça-feira, agosto 30, 2011
Penultimo dia de férias
O dia está xoxo, viemos almoçar ao Norteshopping (por acaso é uma coisa que não fazemos amiúde).
A minha maior dor de cabeça são as casas de banho. A Mafalda tem necessidade de ir a toda a hora, e é um pesadelo para mim. Principalmente porque, se até se lembraram de colocar uma sanita para os mais pequenitos, o mesmo não se aplica aos lavatórios. Uma dor de cabeça. Que saudades dos tempos das fraldas :)
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A minha maior dor de cabeça são as casas de banho. A Mafalda tem necessidade de ir a toda a hora, e é um pesadelo para mim. Principalmente porque, se até se lembraram de colocar uma sanita para os mais pequenitos, o mesmo não se aplica aos lavatórios. Uma dor de cabeça. Que saudades dos tempos das fraldas :)
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Location:Norteshopping
Smallville
Há uns dois meses que vinhamos seguindo quase diariamente as ultimas temporadas de Smallville, depois de termos deixado de ver há uns anos atrás, não por falta de interesse, mas... porque sim.
O facto de a Fox ter dado as ultimas temporadas de enfiada, e diariamente, fez com que apanhássemos novamente o fio à meada.
Foi intessante ver como a série cresceu tanto, ao longo dos seus 10 anos, e com ela, os enredos e os actores. Uma série bastante bem feita e que deixa saudades.
Para quem estiver interessado, a Fox está a repetir novamente diariamente, e desde a temporada 1... como no total são 10 temporadas, com uma média de 23 episódios cada uma, ainda dá para uns meses de entretenimento!
E ficam aqui os votos de casamento do Clark:
"(...) Quando estive perdido, estiveste sempre lá para me trazeres de volta. Portanto neste dia, neste momento, devoto-te o resto da minha vida. Sempre acreditaste em mim, e eu acredito em ti. E quando acreditamos em alguém não é por um minuto, nem por agora, é para sempre"
...e os da Lois:
"Queria que estes votos fossem perfeitos, mas a perfeição é dificil de atingir. Mas a vida é suposto ser um pouco confusa. E quando é sobre o amor, acho que (...) só te alistas se é a unica coisa que sempre te imaginaste fazer. E Clark, não consigo
imaginar passar um momento da minha vida sem ti"
Pois. Sou uma pinga-amor assumida :)
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segunda-feira, agosto 29, 2011
Leituras em Férias
A 2ª parte das nossas férias tem sido bastante calma... Estamos em casa. Mas o início foi uma conversa bem diferente, e fica para um outro post, com direito a fotos e tudo (prometo).
Há muito tempo que não lia tanto... E que bem que sabe!
Aquela imagem que está ali na coluna da leitura actual já se encontra desactualizada há bem mais de 1 mês...
Entretanto já li de rajada os 3 livros do Luís Miguel Rocha: O Último Papa, Bala Santa e A Mentira Sagrada... E mais leria se os houvesse. Apesar de me ter custado um pouco a habituar ao tipo de escrita, com muitos mais "rodeios" do que estou habituada e do que costumo apreciar, lá acabei por me resignar, e a verdade é que fiquei fã dos personagens, principalmente de Rafael e do misterioso JC (que passa de vilão a "frienimy")... De Sarah, um pouco menos, porque não sei porquê a personagem não me consegue transmitir a ideia de ser um extremamente inteligente e perspicaz, como é suposto ser, principalmente a partir do 2º livro, apesar de no 3º já estar um pouco (muito ligeiramente) melhor.
Na minha opinião acho que LMR é muito pouco apreciado entre os seus, e confesso não perceber bem porquê, pois acho que os livros dele não ficam nada mal ao lado dos de Brad Thor, ou Steve Berry, ou mesmo Dan Brown, por exemplo, alguns dos meus escritores preferidos.
Até a nível de representação editorial no nosso país, o seu percurso se tem revelado deveras inconsistente... Pois os 3 livros mencionados, foram publicados por 3 editoras diferentes. Agora que faz parte do "painel" de autores de um dos nossos gigantes editoriais, pode ser que estabilize...
Espero que as pessoas deixem de criticar e de dizer mal, apenas por LMR ser português, como nós, pois o que é português também pode ser tão bom, e de nível equivalente, ao que é estrangeiro.
...sempre gostava de saber se os críticos aguerridos que por aí proliferam na blogoesfera se deram ao trabalho de ler sequer os seus livros.
Bom, mas deixando LMR de lado, neste momento estou a ler, e a adorar o último livro que a Saída de Emergência publicou de Clive Cussler: Pacífico, da série Dirk Pitt, já tinha saudades de ler uma destas aventuras aquáticas.
Não posso deixar de me perguntar quando - se de todo - a Saída de Emergência retomará a publicação da série NUMA files.
Esta irregularidade das editoras nas suas publicações chateia-me de resto, um pouco o juízo... Tanto que um dia destes estive com um livro de John Le Carré em mãos, prestes a comprar, quando o voltei a pousar na prateleira, por ser o 1º de uma triologia... é mais seguro comprar quando a tal triologia estiver toda publicada, para evitar surpresas desagradáveis (como o abandono de determinada série a meio do percurso).
...e já que estou a falar de editoras, foi com muita pena que descobri que a Difel encerrou. Principalmente porque era esta editora que publicava um dos meus escritores preferidos: James Rollins. Espero que uma outra venha a pegar nas suas obras... Caso contrário terei que repensar a minha posição de não ler os livros no seu idioma original... *suspiro*
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Há muito tempo que não lia tanto... E que bem que sabe!
Aquela imagem que está ali na coluna da leitura actual já se encontra desactualizada há bem mais de 1 mês...
Entretanto já li de rajada os 3 livros do Luís Miguel Rocha: O Último Papa, Bala Santa e A Mentira Sagrada... E mais leria se os houvesse. Apesar de me ter custado um pouco a habituar ao tipo de escrita, com muitos mais "rodeios" do que estou habituada e do que costumo apreciar, lá acabei por me resignar, e a verdade é que fiquei fã dos personagens, principalmente de Rafael e do misterioso JC (que passa de vilão a "frienimy")... De Sarah, um pouco menos, porque não sei porquê a personagem não me consegue transmitir a ideia de ser um extremamente inteligente e perspicaz, como é suposto ser, principalmente a partir do 2º livro, apesar de no 3º já estar um pouco (muito ligeiramente) melhor.
Na minha opinião acho que LMR é muito pouco apreciado entre os seus, e confesso não perceber bem porquê, pois acho que os livros dele não ficam nada mal ao lado dos de Brad Thor, ou Steve Berry, ou mesmo Dan Brown, por exemplo, alguns dos meus escritores preferidos.
Até a nível de representação editorial no nosso país, o seu percurso se tem revelado deveras inconsistente... Pois os 3 livros mencionados, foram publicados por 3 editoras diferentes. Agora que faz parte do "painel" de autores de um dos nossos gigantes editoriais, pode ser que estabilize...
Espero que as pessoas deixem de criticar e de dizer mal, apenas por LMR ser português, como nós, pois o que é português também pode ser tão bom, e de nível equivalente, ao que é estrangeiro.
...sempre gostava de saber se os críticos aguerridos que por aí proliferam na blogoesfera se deram ao trabalho de ler sequer os seus livros.
Bom, mas deixando LMR de lado, neste momento estou a ler, e a adorar o último livro que a Saída de Emergência publicou de Clive Cussler: Pacífico, da série Dirk Pitt, já tinha saudades de ler uma destas aventuras aquáticas.
Não posso deixar de me perguntar quando - se de todo - a Saída de Emergência retomará a publicação da série NUMA files.
Esta irregularidade das editoras nas suas publicações chateia-me de resto, um pouco o juízo... Tanto que um dia destes estive com um livro de John Le Carré em mãos, prestes a comprar, quando o voltei a pousar na prateleira, por ser o 1º de uma triologia... é mais seguro comprar quando a tal triologia estiver toda publicada, para evitar surpresas desagradáveis (como o abandono de determinada série a meio do percurso).
...e já que estou a falar de editoras, foi com muita pena que descobri que a Difel encerrou. Principalmente porque era esta editora que publicava um dos meus escritores preferidos: James Rollins. Espero que uma outra venha a pegar nas suas obras... Caso contrário terei que repensar a minha posição de não ler os livros no seu idioma original... *suspiro*
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segunda-feira, agosto 08, 2011
Culinária na TV - Carta (ou guerra) Aberta.
Sempre adorei ver este tipo de programas. Há uns anos atrás via uns fantásticos no People & Arts (o "Two Fat Ladies" por exemplo, ou outro de cujo nome não me lembro que era um um negro americano que só cozinhava churrascos*), ultimamente quem me enche as medidas (mas muito mal), é a Sic Mulher (e aquele "Chacal", não conta, *blargh* - não sei como aquele personagem conseguiu um programa de televisão?? Espero que não se lembrem de "re-passar" este).
Mas Jamie, Nigela ou Dahl... são programas que "devoro" avidamente (a parte mais engraçada é que sou um zero à esquerda na cozinha, mas isso não vem ao caso agora).
Também gostei imenso de ver o "Dias com Mafalda", que passava na Sic Notícias (e não só porque cheguei a estudar com a própria Mafalda, nos velhos tempos da ESAD).
Hoje em dia costumo ver o "Clube de Cozinheiros" do Porto Canal (gravo, e vemos à noite durante o jantar), mas aquele chef é um pouco "piadético" demais (e tem cá uma fixação por "massa quebrada"!)... já para não dizer que, ao contrário do que ele diz, as receitas (que saborosas até podem ser), de simples e práticas não têm nada (ou muito pouco, vá...).
Como tenho estado a pensar neste assunto, depois de explorar o site ZON, e de não haver nenhum email específico para a sugestão de canais, ou pedido de informações acerca dos mesmos, cheguei à conclusão que a via correcta para fazer o meu pedido / sugestão, era o fórum ZON.
Descobri que o mesmo pedido já tinha sido feito por vários clientes ZON (é sempre bom descobrirmos que não estamos sozinhos).
A um desses pedidos, responde assim um "assistente" ZON:
[i]"(...)nem sempre será possível agradar a todos os Clientes e incluir todos os Canais que são sugeridos por vários Clientes."[/i]
Achei isto de rir (ou de chorar, conforme).
Só de desporto temos para cima de 10 canais, incluindo golfe, pesca e até um canal de Poker (!)
UM canal de culinária - que me parece até muito menos específico do que alguns dos já citados, não cabe na oferta ZON?
Ah esperem... talvez MAIS um canal de desporto caiba, não? Um só para ciclismo, ou talvez um outro de xadrez... (isto claro, depois de um só para natação, outro de básquete, outro de tiro ao alvo, e tantos outros para cada desporto claro)
...talvez depois destes canais todos, possam então pensar num canalzito de culinária para os pobres (trengos) clientes que o vêm pedinchando há tanto tempo.... isto se os clientes entretanto não tiverem aberto os olhos, e debandado para outros operadores que ofereçam o que procuram (como a MEO ou a VODAFONE TV).
...é que se de um lado se paga, do outro dá-se dinheiro.
Era bom que os senhores da ZON se apercebessem disso.
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terça-feira, agosto 02, 2011
Ainda estamos aqui...

...as novidades são muitas, e hei-de começar a colocá-las aqui, mas para já fica esta foto, de ontem, em que a piolha foi de boleia com o Papi, estacionar a "bike".
Ela ainda não tinha "topado" que eu estava na varanda de máquina em riste... vejam a satisfação!!
quinta-feira, junho 23, 2011
Bolo de Bolacha

Aqui fica a "minha" receita de bolo de bolacha!!
Ingredientes:
1,5 pacotes de bolacha torrada
1 chávena de café
Para o creme:
250 gramas de açúcar
(se usarem em pó fica mais cremoso, eu uso do normal porque o Helder prefere ;))
125 gr de margarina
Sumo e raspa de 1 limão
1 clara
1 colher (de café) de cremor de tártaro
(não sei se é absolutamente necessário, mas foi o que experimentei para me "segurar" mais o creme, e parece ter resultado - compra-se nas farmácias)
Preparação do creme:
- bater bem a margarina até ficar fofa
(se têm dúvidas, espreitem este vídeo)
- ir adicionando o açúcar à margarina e bater até estar todo bem incorporado
- juntar o sumo e a raspa do limão
- separadamente, bater a clara em castelo com o cremor de tártaro
- juntar a clara em castelo ao resto do creme
(eu envolvi até estar bem misturado, preferi assim do que bater)
Finalização:
- colocar um pouco de creme sobre o prato que vai levar o bolo
- passar uma a uma, as bolachas pelo café (rapidamente, para não se desfazerem), e dispor no prato (eu como uso bolachas redondas, disponho em formato de "flor")
- ir alternando uma camada de bolacha, com uma camada de creme
- guardar um pouco de creme para colocar depois da última camada de bolacha, de forma a que se possa cobrir o bolo por cima, e nos lados também!
Fica tãaaaaaaaaao bom!! Desaparece sempre num instantinho =)
domingo, junho 12, 2011
Feira do Livro 2011




No feriado aceitei o desafio dos meus pais, e depois do almoço peguei na fofas, e fomos, com eles e com a Lola, à Feira do Livro.
Estivemos lá umas 3 horas, e para desgosto nosso não vimos nem uma única mascote infantil (era suposto haver ao feriado e ao fim de semana... devem ter-se esquecido *humpffff*).
A fofas ainda teve tempo de fazer 2 desenhos no espaço do grupo Porto Editora, e eu pude ver as bancas à vontade, porque os avós e a tia-avó olharam (e muito bem) por ela...
Como sempre apanhei muitas desilusões com alguns "descontos" que de "descontos" não tinham nada... por isso mesmo, não comprei o último livro do Clive Cussler. Ficará para outra altura (em 17 Euros, tinha um desconto de 1 Euro... sovinas!).
Preferi voltar a minha atenção para os livros de bolso, que ao menos tinham um desconto de 20% na sua maioria (os de 10 Euros custavam 8... é dinheiro ^_^), e mais, ainda usufrui de um desconto imediato de 5 Euros, por ter compras de valor superior a 30 Euros. E ainda vim com 2 vales de desconto de 5 Euros cada um, a gastar em determinadas Bertrands, em compras superiores a 25 Euros. Pena não se aplicar à Bertrand online, que eu para levantar o traseiro do sofá sou sempre uma tristeza...
A oferta dos novos livros de bolso já é bastante razoável, e o preço em relação à edição normal também é convidativo (regra geral). Vai daí escolhi uns títulos que já tinha em vista há algum tempo, os meus pais ofereceram-me "O Falsificador de Da Vinci", e ainda me aventurei a trazer 2 livros de Mary Higgins Clark, que tão conceituada é, e que até agora nunca li. Vai ser desta!
Curiosamente o livro que ía à feira comprar de propósito... não estava na feira, que era "O Primeiro Mandamento" de Brad Thor. Segundo quem me atendeu, não figurava entre os livros seleccionados a levar para o evento. Ora bolas.
Ainda assim, e passadas as tais 3 horas, a carteira veio um pouco mais leve, mas viemos todos satisfeitos... e a piolha também (que ganhou livros da Lola, dos avós, e dos pais - apesar de o pai não ter podido ir...)!
Hoje ao lanche
...houve panquecas! A piolha já tinha falado nisso, e eu já tinha prometido, de forma que de hoje não passou.Suja-se muita loucinha, mas vale a pena!! ^_^
sexta-feira, junho 03, 2011
Cruz credo!...
...As eleições estão aí à porta, e apesar de eu Cruz credo!...
A seguir ao descalabro que foi a aquisição dos submarinos, quando esse senhor esteve à frente da pasta da Defesa, e de todas as despesas astronómicas daí decorrentes (que não se prendem apenas com a compra, mas também com a manutenção milionária dos ditos cujos), o que será que ele nos iria obrigar a adquirir desta vez?
Um Space Shuttle?
quinta-feira, maio 19, 2011
Compras furadas
Depois de muito sonhar com um ipad, soubemos tardiamente que eles tinham estado em promoção, com um preço super-hiper apetitoso, em diversas lojas de renome da "nossa praça".Ainda esmiuçámos tudinho, tudinho, mas os resultados foram nulos... até que no passado fim de semana encontrei o que queria na loja online do El Corte Ingles.
Feliz da vida tratei de fazer a encomenda.
A primeira coisa que não me deixou muito feliz, foi que uma encomenda feita no domingo, só seria entregue na 4ª feira. Isto é tempo a mais para um país tão pequenino (quer dizer... é o tempo que eu demoro a receber uma encomenda feita em Franca, no Reino Unido ou na Alemanha, por isso avaliem por vocês)... a FNAC online, por exemplo entrega em 24 horas. Dando um pequeno desconto por a encomenda ter sido feita a um domingo, seria de esperar que poderia ser entregue pelo menos na 3ª, mas não...
Ainda assim quase não acreditava na minha "sorte", e na 2ª feira, ainda liguei para o serviço de vendas online do El Corte Inglês, para confirmar tudo, e aparentemente estava tudo OK.
4ª feira pelas 10h30, fizeram a entrega via mrw (a transportadora).
Abri o pacote muito ansiosa, e prontos. Já estava tudo estragado.
Em vez do ipad 16gb com wi-fi e 3G (com ênfase para a parte do 3G que é imprescindível como ferramenta de trabalho), entregaram-me um ipad 32GB com wi-fi. Sim... o dobro da capacidade de armazenamento... mas SEM 3G. Para quem não souber a diferença que faz, e fazendo uma analogia (não literal), é mais ou menos como ter um portátil maravilhoso, mas sem bateria e ter que funcionar com ele sempre ligado à corrente eléctrica, estão a ver?
Quase 30 horas depois, telefonema para lá, telefonema para cá, o El Corte Inglês ainda não me deu uma solução. Suponho que por estes produtos terem esgotado completamente com as promoções. Mas ainda assim. Que porcaria de serviço. Se eu já não tinha o El Corte Inglês em grande consideração, agora então, ainda menos. I am absolutelly f-u-r-i-o-u-s. ...e já não antevejo nenhum ipad no meu futuro *snif*
#edit#
Finalmente obtive resposta do El Corte Ingles, e nada feito. Vão levantar aqui a encomenda amanhã, e querem saber a parte mais gira? Apesar de eu a ter pago na hora em numerário, eles devolvem a quantia, por cheque e até 10 dias úteis. Giro não acham? El Corte Ingles online, you say? Nunca mais, obrigada!
sexta-feira, maio 06, 2011
Os Pilares da Terra
A não perder a mini série em 6 (ou 8?) episódios que vai passar no AXN, d' "Os Pilares da Terra" baseado no romance homónimo de Ken Follet. O episódio 1 é já hoje que dá, das 23h20 às 00h30.A produção executiva é de Ridlley e Tony Scott, e a série é muito recente (2010), com certeza vale a pena!
Claro que, se forem como eu e ainda não leram o(s) livro(s) (que estão ali na estante à espera de vez de leitura), talvez o melhor seja gravarem, e verem depois de lerem. Eu pelo menos costumo preferir largamente a versão literária às adaptações televisivas / cinematográficas dos livros (apesar de concordar que algumas adaptações são muitíssimo boas).
Fica a sugestão!! ^_^
quarta-feira, abril 27, 2011
Sem Savora, tudo piora!!
Não sei se já notaram, que a Savora tem estado ausente da prateleira dos super e hiper mercados?Para mim não há outra mostarda, e este facto deixou-me um pouco admirada.
Quem me contou foram os meus pais e a minha irmã, mas numa ida ao hipermercado já pude constatar que é verídico.
Surgiram uns boatos que diziam que ía deixar de haver Savora!
Hoje enviei um email à marca que comercializa a mostarda cá em Portugal, a F. Lima, e recebi uma pronta resposta que dava conta que:
"Informamos que não deixámos de comercializar a mostarda Savora, mas neste momento não estamos a fornecer Savora porque: as matérias-primas que compõem as fórmulas dos nossos produtos são diferenciadoras, algumas únicas e bastante específicas. Daí, a dificuldade de fornecimento que temos vindo a registar, com especial enfoque no momento actual. Como queremos manter a intransigência no que diz respeito a todas as características que compõem as nossas fórmulas, optámos pela decisão mais difícil e mais penalizadora, mas com a certeza de que se trata da melhor decisão, no sentido de garantir a idoneidade e a relação de confiança que os nossos produtos têm com os nossos clientes e consumidores. Apesar de estarmos a efectuar todos os esforços necessários, no sentido de normalizar a situação, neste momento não conseguiremos dar certezas de datas concretas para a regularização da mesma. Estamos cientes do transtorno que causa a todas as partes envolvidas, pelo que apelamos desde já à sua compreensão."
Bom... não sei se será bem isto ou não... lembrei-me que como a marca / receita não é portuguesa, poderia ter algo a ver com direitos expirados, ou coisa do género...
Entretanto, e enquanto não se souber no que isto vai dar, fiquem a saber que encontram a versão francesa no ebay, aqui. Fica por 3,40€ + portes. Vou pensar seriamente no assunto. Compensa é comprar mais do que 1 frasco, para se diluírem os custos dos portes. Mas vale a pena, é que sem Savora TUDO piora ;)
(entretanto vou estar atenta nos Pingo Doce, e outros supermercados... pode ser que ainda se consiga encontrar uns restitos de stock em algum lado!)
segunda-feira, abril 25, 2011
Mimo de Páscoa
sábado, abril 16, 2011
Manhã de sábado

Hoje resolvi fazer um bolo de bolacha. Cá em casa adoramos bolo de bolacha!
Ontem demos um saltinho ao hipermercado - está tudo pela hora da morte! Num abrir e fechar de olhos gastam-se 100 euros num carrinho longe de estar cheio, mas adiante - lá para as tantas, no processo de fazer as tais compras, quando passei no corredor dos congelados, vislumbrei um bolo de bolacha da "Casa do Crespo" que simplesmente adoro. Mas claro, o preço é puxadote... e como eu até gosto de fazer doçarias, decidi ali mesmo que hoje ía fazer um bolo de bolacha.
Teve que ser com bolacha Maria - porque era o que havia cá em casa (costumo fazer com bolacha torrada), e o meu creme talvez fique um pouco líquido (porque lhe junto sumo de limão) - apesar de depois solidificar quando vai ao frigorífico, mas é de comer e chorar por mais.
Juro!
...enquanto preparava o bolo, estava sozinha na cozinha, e liguei a TV no VH1. Som generoso. A selecção de música estava fantástica - Foo Fighters, Lenny Kravitz, Fat Boy Slim e tantos outros. Cantei a plenos pulmões enquanto fazia o bolo.
Agora estou a escrever aqui no estaminé, enquanto estou a ter uma massagem Shiatsu divinal nas costas e pescoço (com a minha prenda de natal a Beurer MG 250)Que manhã maravilhosa =)
Fez-me bem à alma!
Leituras
...as "reviews" do que tenho vindo a ler continuam por fazer, mas continuo a avançar nas minhas leituras.Há 2 semanas, numa das minhas idas ao hipermercado, descobri com muita satisfação que um novo livro de Daniel Silva tinha sido lançado: "A Marcha".
Comprei i-m-e-d-i-a-t-a-m-e-n-t-e.
Sou tão fã, mas tão fã dos livros dele, que nem sequer leio as sinopses.
...e tenho estado afastada dos novos lançamentos etc, pelo que nem sequer sabia se o protagonista deste livro era o Gabriel.
Não é.
Este livro é uma espécie de continuação d' "A Marca do Assassino". O protagonista é o agora "reformado" da CIA, Michael Osbourne.
Estou quase a meio e só vos posso dizer que, claro, estou a adorar!
quinta-feira, abril 07, 2011
Prontos
Ok. O estaminé já se encontra mais ou menos em ordem. Queria adicionar aos meus posts a funcionalidade de "partilhar no Facebook", e para isso tive que actualizar o modelo do blog... o problema é que depois personalizá-lo é sempre o cabo dos trabalhos... *humpffff*
...agora é só ter tempo de escrever novos posts ^_^
...agora é só ter tempo de escrever novos posts ^_^
terça-feira, março 29, 2011
Aberto mas em obras
*grrrrr*
Sem tempo, e sem paciência para por isto como deve ser... vai ter que ser aos pouquinhos (desculpem lá!!)
O blog está em obras *eu a lutar com o blogger para por isto como estava - em aspecto*
Sem tempo, e sem paciência para por isto como deve ser... vai ter que ser aos pouquinhos (desculpem lá!!)
O blog está em obras *eu a lutar com o blogger para por isto como estava - em aspecto*
sábado, março 26, 2011
Parnaso - a morte de um sonho
Desculpem... acho que não morreu um, mas vários sonhos.
A começar pelo sonho de Fernando Corrêa de Oliveira (conceituado compositor, pianista, pedagogo e teórico musical portuense), que em 1957 fundou o Parnaso, uma escola destinada ao ensino de música, ballet e teatro.
Ao que parece, foi durante décadas um centro de diversas actividades culturais, e o seu auditório era mesmo um dos melhores da cidade para a época.
Mas também morreu o meu sonho, e o de tantas outras meninas que ali cresceram e se fizeram mulheres.
O Parnaso foi a escola onde a minha madrinha e os meus pais me inscreveram no Ballet. Tinha eu 6 anos. Andei lá 10 anos da minha vida, que recordo com muita alegria. Passei lá muitas horas, a praticar, a sonhar... até já não ser mais possível a conciliação de horários.
Ainda me lembro de ter as obrigatórias aulas de música com o referido Fernando Corrêa de Oliveira. (saíam-lhe tufos de pêlos dos ouvidos - o que me impressionava bastante!)
E lembro-me também de como as aulas de sábado eram especiais, pois eram acompanhadas não pelo gravador e pela cassete, mas ao vivo pelo piano (ainda me lembro que quem o tocava se chamava Rui, que depois começou a dar-nos também as aulas de música que antecediam a aula de ballet de sábado)
Quando desisti já tinha 16 anos. Tinha chegado ao chamado Pré-Elementar. No Espectáculo anual já entrava na conceituada 2ª parte, e não na 1ª que era a das "crianças".
Aos 18, já na faculdade, ainda tentei voltar... fiz aulas durante mais uns meses, mas acabei por deixar de vez. O professor já não era sempre o meu querido Maurice César, que agora intercalava as aulas com outras "professoras" que antes tinham sido alunas.
E acho que a escola começou a decair.
Não só por causa disso claro - apesar de que tenho absoluta certeza de que se a escola teve o sucesso que teve, também foi por causa do seu professor.
Mas terá decaído também porque começaram a surgir muitas outras escolas - ainda que muitas sem qualificações. Sim porque a "nossa" era "apadrinhada" pela Royal Academy of Dance de Londres (se não estou em erro? Tenho que verificar nos meus diplomas), e todos os anos fazíamos exames para passar de "grau".
Eu até era boa ao que parece (desculpem a falta de modéstia). Tive sempre óptimas notas nos exames. E quando havia eventos especiais, era sempre uma das escolhidas para participar.
E ficou a mágoa.
Era uma coisa que gostaria de fazer ainda hoje. Dançar ballet. Tenho o meu último fato, os meus collants, as minhas sapatilhas (as normais e as de pontas). De vez em quando ainda as calço... tenho tantas saudades...
...E agora o sonho desfez-se. O edifício continua lá, mas a escola já não existe mais. Nem a de Ballet, nem a de Música, e obviamente não a de teatro - que já nem no meu tempo existia, acho.
Do auditório lembro-me bem... chegámos a fazer lá, 2 festas anuais se não estou em erro (as minhas primeiras)... mas a escola tinha muito sucesso, éramos imensas alunas, e o auditório era diminuto para tanta gente, pelo que a festa anual começou a ser feita no Carlos Alberto, sempre por alturas do S. João... mais dia menos dia.
Eram dias fantásticos. Lembro-me da azáfama dos exames... das festas... dos tecidos, dos modelos dos vestidos.... das nossas mães a "tirarem informações" com a D. Eugénia da secretaria...
Quem me dera que a minha filha pudesse lá andar.
Quem me dera eu poder lá andar, em "aulas sem stress para cotas doidas" ^_^
Tudo o que resta no local, para testemunhar o que o Parnaso foi, e os sonhos que lá se viveram - e se terão desfeito também, é isto:

Pergunto-me o que terá sido feito do César, e das meninas que foram colegas e amigas durante estes anos tão importantes...
A começar pelo sonho de Fernando Corrêa de Oliveira (conceituado compositor, pianista, pedagogo e teórico musical portuense), que em 1957 fundou o Parnaso, uma escola destinada ao ensino de música, ballet e teatro.
Ao que parece, foi durante décadas um centro de diversas actividades culturais, e o seu auditório era mesmo um dos melhores da cidade para a época.
Mas também morreu o meu sonho, e o de tantas outras meninas que ali cresceram e se fizeram mulheres.
O Parnaso foi a escola onde a minha madrinha e os meus pais me inscreveram no Ballet. Tinha eu 6 anos. Andei lá 10 anos da minha vida, que recordo com muita alegria. Passei lá muitas horas, a praticar, a sonhar... até já não ser mais possível a conciliação de horários.
Ainda me lembro de ter as obrigatórias aulas de música com o referido Fernando Corrêa de Oliveira. (saíam-lhe tufos de pêlos dos ouvidos - o que me impressionava bastante!)
E lembro-me também de como as aulas de sábado eram especiais, pois eram acompanhadas não pelo gravador e pela cassete, mas ao vivo pelo piano (ainda me lembro que quem o tocava se chamava Rui, que depois começou a dar-nos também as aulas de música que antecediam a aula de ballet de sábado)
Quando desisti já tinha 16 anos. Tinha chegado ao chamado Pré-Elementar. No Espectáculo anual já entrava na conceituada 2ª parte, e não na 1ª que era a das "crianças".
Aos 18, já na faculdade, ainda tentei voltar... fiz aulas durante mais uns meses, mas acabei por deixar de vez. O professor já não era sempre o meu querido Maurice César, que agora intercalava as aulas com outras "professoras" que antes tinham sido alunas.
E acho que a escola começou a decair.
Não só por causa disso claro - apesar de que tenho absoluta certeza de que se a escola teve o sucesso que teve, também foi por causa do seu professor.
Mas terá decaído também porque começaram a surgir muitas outras escolas - ainda que muitas sem qualificações. Sim porque a "nossa" era "apadrinhada" pela Royal Academy of Dance de Londres (se não estou em erro? Tenho que verificar nos meus diplomas), e todos os anos fazíamos exames para passar de "grau".
Eu até era boa ao que parece (desculpem a falta de modéstia). Tive sempre óptimas notas nos exames. E quando havia eventos especiais, era sempre uma das escolhidas para participar.
E ficou a mágoa.
Era uma coisa que gostaria de fazer ainda hoje. Dançar ballet. Tenho o meu último fato, os meus collants, as minhas sapatilhas (as normais e as de pontas). De vez em quando ainda as calço... tenho tantas saudades...
...E agora o sonho desfez-se. O edifício continua lá, mas a escola já não existe mais. Nem a de Ballet, nem a de Música, e obviamente não a de teatro - que já nem no meu tempo existia, acho.
Do auditório lembro-me bem... chegámos a fazer lá, 2 festas anuais se não estou em erro (as minhas primeiras)... mas a escola tinha muito sucesso, éramos imensas alunas, e o auditório era diminuto para tanta gente, pelo que a festa anual começou a ser feita no Carlos Alberto, sempre por alturas do S. João... mais dia menos dia.
Eram dias fantásticos. Lembro-me da azáfama dos exames... das festas... dos tecidos, dos modelos dos vestidos.... das nossas mães a "tirarem informações" com a D. Eugénia da secretaria...
Quem me dera que a minha filha pudesse lá andar.
Quem me dera eu poder lá andar, em "aulas sem stress para cotas doidas" ^_^
Tudo o que resta no local, para testemunhar o que o Parnaso foi, e os sonhos que lá se viveram - e se terão desfeito também, é isto:

Pergunto-me o que terá sido feito do César, e das meninas que foram colegas e amigas durante estes anos tão importantes...
O 4º aniversário
Ainda não tinha aqui escrito nada acerca do 4ª aniversário da piolha =)
Este ano calhou a um sábado, por isso foi altura para fazer uma festinha mais composta, com família e amigos. Foi a primeira vez.
E que trabalheira... decidi-me a fazer tudo. Tinha montes de ideas, queria tratar de montes de pormenores, mas alguns tiveram que ficam pela vontade mesmo.
Até fotografias ficaram por tirar... Mas aqui ficam algumas!

Aqui podem ver (um bocadinho ao longe) o Tutu que lhe fiz, para ela vestir neste dia!

O bolo de aniversário caseiro, feito por mim e pelo papá (a hóstia foi encomendada online, com um desenho que eu lhes enviei, o resto fizemos nós).

Os pom-pons que eu fiz para decorar a festa (aqui uns dias depois no quarto dela... no próprio dia como disse, ficaram a faltar fotos para documentar a festa...)

O bolo que fizemos para a festinha dela na escola (na 2ª feira seguinte)...


Os saquinhos com as guloseimas para os amiguinhos...
A festa não teve propriamente nenhum tema... só os bolos foram temáticos. O resto foi mais cores e padrões. Ficou muito giro, tenho pena de não ter fotos a comprovar, mas ou bem que se está a pilotar uma festa, ou bem que se está a fotografá-la ^_^
...eu avisei, que andava muito prendada, hehehehe!!
Este ano calhou a um sábado, por isso foi altura para fazer uma festinha mais composta, com família e amigos. Foi a primeira vez.
E que trabalheira... decidi-me a fazer tudo. Tinha montes de ideas, queria tratar de montes de pormenores, mas alguns tiveram que ficam pela vontade mesmo.
Até fotografias ficaram por tirar... Mas aqui ficam algumas!

Aqui podem ver (um bocadinho ao longe) o Tutu que lhe fiz, para ela vestir neste dia!

O bolo de aniversário caseiro, feito por mim e pelo papá (a hóstia foi encomendada online, com um desenho que eu lhes enviei, o resto fizemos nós).

Os pom-pons que eu fiz para decorar a festa (aqui uns dias depois no quarto dela... no próprio dia como disse, ficaram a faltar fotos para documentar a festa...)

O bolo que fizemos para a festinha dela na escola (na 2ª feira seguinte)...


Os saquinhos com as guloseimas para os amiguinhos...
A festa não teve propriamente nenhum tema... só os bolos foram temáticos. O resto foi mais cores e padrões. Ficou muito giro, tenho pena de não ter fotos a comprovar, mas ou bem que se está a pilotar uma festa, ou bem que se está a fotografá-la ^_^
...eu avisei, que andava muito prendada, hehehehe!!
Dia do Pai!
Este foi o bolo fizemos, para sobremesa em casa dos meus pais, para comemorar o dia dos pais. Bolo de Laranja, com recheio de creme de laranja, e cobertura em pasta de açúcar (porque ficam tãaaaao bonitinhos assim!!)

...e na 2ª feira foi a festa do dia do pai na escolinha da piolha. Os pais foram convidados para um lanche, e não só!

...também houve um pequeno espectáculo (do qual a piolha foi a apresentadora, uau!), e claro... a prendinha da praxe, que andavam a preparar há séculos)!




...e na 2ª feira foi a festa do dia do pai na escolinha da piolha. Os pais foram convidados para um lanche, e não só!

...também houve um pequeno espectáculo (do qual a piolha foi a apresentadora, uau!), e claro... a prendinha da praxe, que andavam a preparar há séculos)!



Livros e Citação
Ando mais do que atrasada nas opiniões sobre os livros que vou lendo... tenho que tentar mudar de tática - talvez fazer gravações das minhas impressões acerca do que vou lendo, para depois não me perder?
Por agora, e para não me perder (mais uma vez, e mais ainda), deixo aqui uma citação do livro que estou a ler neste momento (Juízo Final de Sam Bourne) - e que estou a adorar:
"Podem perguntar se eu, quando finalmente compreendi (qual seria o objectivo de tudo isto), alguma vez questionei o que iria fazer. Mas aquilo que ninguém pode perceber, a menos que tenham visto o que nós vimos, é o quão profundo o nosso ódio se tornara. Era maior do que qualquer um de nós; podíamos nadar e afundar-nos nele e sabíamos que perduraria para além da nossa própria existência.
Quem odiávamos nós? Odiávamos as pessoas que eram capazes de pegar num bébé a chorar, pelos tornozelos, e esmagar-lhe o crânio inocente contra uma parede de tijolos. Odiávamos as pessoas que eram capazes de reunir seres humanos e amontoá-los em ruas medievais e fétidas e matá-las à fome para que os seus corpos fossem comidos por cães vadios. Odiávamos as pessoas que nos disseram que iríamos ser realojados no leste, enfiando-nos em comboios, em vagões para gado, e depois separando-nos - para a direita e para a esquerda - assumindo o papel de anjos da morte, decidindo no cais, junto a um comboio acabado de chegar e ainda fumegante, quem deveria viver e quem deveria morrer. Odiávamos as pessoas que nos espancavam, chicoteavam e empurravam, às nossas crianças e aos nossos velhos, para o interior de cabines de chuveiro em cimento, dizendo que nos íam "desparasitar", porque estávamos infestados como animais cheios de pulgas - continuando a mentir até ao final de tudo - e observando-nos enquanto esperávamos pela água que nos lavaria e que nunca chegava, observando através de um olho-de-boi enquanto o gás lançado por uma lata de Zyklon B penetrava no local, com os homens, mulheres e crianças no seu interior a trepar uns por cima dos outros para chegarem ao que, no seu desespero, pensaram poder ser uma abertura no tecto ou no cimo de uma parede, a uma fonte de ar não envenenado e respirável. Odiávamos as pessoas que arrancavam os anéis dos nossos dedos e o ouro dos nossos dentes, que os derretiam pelo dinheiro que poderiam obter a partir deles. Odiávamos as pessoas que arrancavam as roupas dos corpos dos nossos mortos, enviando-as para casa para serem usadas pelas suas mulheres, filhos e filhas. Odiávamos as pessoas que, após terem extraído a riqueza da nossa própria carne, nos atiravam para dentro das incineradoras, nos sufocavam com a cinza que ascendia e caía como neve cobrindo tudo num raio de kilómetros. Odiávamo-los pelo seu plano de nos erradicarem da face da Terra, para destruir as nossas pedras tumulares e rasgarem os ventres das nossas mulheres para que aquela geração fosse a última. Odiávamo-los pelo insaciável ódio que nos tinham.
Quando um homem arde com uma ira tão incandescente como esta, ainda mais inflamada pela certeza de que o resto do mundo está preparado para seguir em frente com um encolher de ombros - fica disposto a fazer quase tudo. Para saciar esta raiva fica disposto a qualquer coisa. Tal como eu estava disposto."
Por agora, e para não me perder (mais uma vez, e mais ainda), deixo aqui uma citação do livro que estou a ler neste momento (Juízo Final de Sam Bourne) - e que estou a adorar:
"Podem perguntar se eu, quando finalmente compreendi (qual seria o objectivo de tudo isto), alguma vez questionei o que iria fazer. Mas aquilo que ninguém pode perceber, a menos que tenham visto o que nós vimos, é o quão profundo o nosso ódio se tornara. Era maior do que qualquer um de nós; podíamos nadar e afundar-nos nele e sabíamos que perduraria para além da nossa própria existência.
Quem odiávamos nós? Odiávamos as pessoas que eram capazes de pegar num bébé a chorar, pelos tornozelos, e esmagar-lhe o crânio inocente contra uma parede de tijolos. Odiávamos as pessoas que eram capazes de reunir seres humanos e amontoá-los em ruas medievais e fétidas e matá-las à fome para que os seus corpos fossem comidos por cães vadios. Odiávamos as pessoas que nos disseram que iríamos ser realojados no leste, enfiando-nos em comboios, em vagões para gado, e depois separando-nos - para a direita e para a esquerda - assumindo o papel de anjos da morte, decidindo no cais, junto a um comboio acabado de chegar e ainda fumegante, quem deveria viver e quem deveria morrer. Odiávamos as pessoas que nos espancavam, chicoteavam e empurravam, às nossas crianças e aos nossos velhos, para o interior de cabines de chuveiro em cimento, dizendo que nos íam "desparasitar", porque estávamos infestados como animais cheios de pulgas - continuando a mentir até ao final de tudo - e observando-nos enquanto esperávamos pela água que nos lavaria e que nunca chegava, observando através de um olho-de-boi enquanto o gás lançado por uma lata de Zyklon B penetrava no local, com os homens, mulheres e crianças no seu interior a trepar uns por cima dos outros para chegarem ao que, no seu desespero, pensaram poder ser uma abertura no tecto ou no cimo de uma parede, a uma fonte de ar não envenenado e respirável. Odiávamos as pessoas que arrancavam os anéis dos nossos dedos e o ouro dos nossos dentes, que os derretiam pelo dinheiro que poderiam obter a partir deles. Odiávamos as pessoas que arrancavam as roupas dos corpos dos nossos mortos, enviando-as para casa para serem usadas pelas suas mulheres, filhos e filhas. Odiávamos as pessoas que, após terem extraído a riqueza da nossa própria carne, nos atiravam para dentro das incineradoras, nos sufocavam com a cinza que ascendia e caía como neve cobrindo tudo num raio de kilómetros. Odiávamo-los pelo seu plano de nos erradicarem da face da Terra, para destruir as nossas pedras tumulares e rasgarem os ventres das nossas mulheres para que aquela geração fosse a última. Odiávamo-los pelo insaciável ódio que nos tinham.
Quando um homem arde com uma ira tão incandescente como esta, ainda mais inflamada pela certeza de que o resto do mundo está preparado para seguir em frente com um encolher de ombros - fica disposto a fazer quase tudo. Para saciar esta raiva fica disposto a qualquer coisa. Tal como eu estava disposto."
Outras séries...
Ainda são muitas as séries que vou conseguindo seguir, graças à marvilhosa zon box claro - de outra forma seria impossível (e mesmo assim às vezes vejo com semanas de diferença em relação à data original de emissão).
Mas três de que tenho mesmo que falar aqui são:

In Plain Sight (À Vista Desarmada no Axn)
Lembro-me de quando a série estreou originalmente no Axn, há 3 anos, "casquei-lhe" duro e forte. Fui categórica. Uma porcaria.
Mas gosto de pensar que sou inteligente. E como tal, posso mudar de opinião. E não tenho vergonha de o afirmar.
A verdade é que em alturas mais fracas de TV, e com pouco para ver, fui sempre seguindo a série.
E vi a personagem principal crescer, crescer, até ficar completamente fã. A série vale por causa da personagem (pelo menos para mim). E por isso faço questão de ver, semana após semana.
Mary McCormack veste a pele da complicada Marshal Federal Mary Shannon, sublimemente. É caso para dizer que a vida com ela nunca é aborrecida. O seu parceiro dá um belíssimo actor secundário, e juntos funcionam muito bem. Mas a estrela é ela, sem dúvida alguma.
Outra série acerca da qual quero deixar umas linhas, é Criminal Minds (Mentes Criminosas no Axn).

Isto por não saber muito bem onde nos irá levar.
Surpreendentemente a série sobreviveu à baixa inicial do importante Gideon (representado por Mandy Pantinkin), e diga-se de passagem que contrariamente ao esperado, até aumentou consideravelmente de qualidade. Sendo que mesmo tendo visto todos os episódios desde o início, só me considerei verdadeira fã, a partir da 3ª temporada.
...mas estamos agora na 6ª temporada, e todos sabemos que nada dura para sempre, pelo que começo a questionar-me, onde nos levarão os argumentistas da série.
Logo no início desta temporada perdemos mais um importante personagem - um dos meus preferidos - a JJ (representada por A.J.Cook), e mais para o final (ainda não emitido pelo Axn), já sabemos que iremos perder outra personagem feminina - a agente Prentiss (representada por Paget Brewster).
Resta-nos assim a doce e extravagante Garcia - cuja saída não se adivinha, mas que não evita que nos perguntemos... o que podemos esperar mais desta série. Será que vem aí o final?
Finalmente, outra série de que vou escrever umas linhas...

Infelizmente, parece que CSI NY poderá estar em vias de ser cancelada - o que muito me entristece, pois é de longe o meu preferido dos CSI, logo seguida pela série original, ambas qualitativamente muitos furos acima da "pitorescada" que virou o CSI Miami (cujo actor Adam Rodriguez nunca consegui engolir *humpfff*, e onde o Horatio também já chateia sempre a dar o cartãozinho de visita aos desprotegidos, *duh*, sempre com os seus óculos de sol, e num cenário que tenha o chãozinho molhadinho de fresco claro - "oh lord" tantos clichés).
Mas voltando ao que interessa, ao CSI NY, no início da temporada fomos logo surpreendidos pela mudança de "leading character" feminino. Melina Kanakaredes foi substituída pela (fantástica) Sela Ward.
Sou fã de Sela Ward desde os seus dias de "Once and Again" ("Começar de Novo" que passou originalmente na rtp 2). E estou a gostar bastante do personagem dela em CSI NY.
Ao que parece Melina Kanakaredes terá saído da série por não querer renovar contrato com a produção, com o mesmo cachet.
Polémicas à parte, o certo é que nos Estados Unidos as audiências têm vindo a baixar, e até já mudaram a posição da série na grelha de tv. Há quem diga que são prenúncios de uma morte certa.
Eu fico a torcer para que não.
Mas três de que tenho mesmo que falar aqui são:

In Plain Sight (À Vista Desarmada no Axn)
Lembro-me de quando a série estreou originalmente no Axn, há 3 anos, "casquei-lhe" duro e forte. Fui categórica. Uma porcaria.
Mas gosto de pensar que sou inteligente. E como tal, posso mudar de opinião. E não tenho vergonha de o afirmar.
A verdade é que em alturas mais fracas de TV, e com pouco para ver, fui sempre seguindo a série.
E vi a personagem principal crescer, crescer, até ficar completamente fã. A série vale por causa da personagem (pelo menos para mim). E por isso faço questão de ver, semana após semana.
Mary McCormack veste a pele da complicada Marshal Federal Mary Shannon, sublimemente. É caso para dizer que a vida com ela nunca é aborrecida. O seu parceiro dá um belíssimo actor secundário, e juntos funcionam muito bem. Mas a estrela é ela, sem dúvida alguma.
Outra série acerca da qual quero deixar umas linhas, é Criminal Minds (Mentes Criminosas no Axn).

Isto por não saber muito bem onde nos irá levar.
Surpreendentemente a série sobreviveu à baixa inicial do importante Gideon (representado por Mandy Pantinkin), e diga-se de passagem que contrariamente ao esperado, até aumentou consideravelmente de qualidade. Sendo que mesmo tendo visto todos os episódios desde o início, só me considerei verdadeira fã, a partir da 3ª temporada.
...mas estamos agora na 6ª temporada, e todos sabemos que nada dura para sempre, pelo que começo a questionar-me, onde nos levarão os argumentistas da série.
Logo no início desta temporada perdemos mais um importante personagem - um dos meus preferidos - a JJ (representada por A.J.Cook), e mais para o final (ainda não emitido pelo Axn), já sabemos que iremos perder outra personagem feminina - a agente Prentiss (representada por Paget Brewster).
Resta-nos assim a doce e extravagante Garcia - cuja saída não se adivinha, mas que não evita que nos perguntemos... o que podemos esperar mais desta série. Será que vem aí o final?
Finalmente, outra série de que vou escrever umas linhas...

Infelizmente, parece que CSI NY poderá estar em vias de ser cancelada - o que muito me entristece, pois é de longe o meu preferido dos CSI, logo seguida pela série original, ambas qualitativamente muitos furos acima da "pitorescada" que virou o CSI Miami (cujo actor Adam Rodriguez nunca consegui engolir *humpfff*, e onde o Horatio também já chateia sempre a dar o cartãozinho de visita aos desprotegidos, *duh*, sempre com os seus óculos de sol, e num cenário que tenha o chãozinho molhadinho de fresco claro - "oh lord" tantos clichés).
Mas voltando ao que interessa, ao CSI NY, no início da temporada fomos logo surpreendidos pela mudança de "leading character" feminino. Melina Kanakaredes foi substituída pela (fantástica) Sela Ward.
Sou fã de Sela Ward desde os seus dias de "Once and Again" ("Começar de Novo" que passou originalmente na rtp 2). E estou a gostar bastante do personagem dela em CSI NY.
Ao que parece Melina Kanakaredes terá saído da série por não querer renovar contrato com a produção, com o mesmo cachet.
Polémicas à parte, o certo é que nos Estados Unidos as audiências têm vindo a baixar, e até já mudaram a posição da série na grelha de tv. Há quem diga que são prenúncios de uma morte certa.
Eu fico a torcer para que não.
sexta-feira, março 25, 2011
Rendida
Sempre que vai começar uma série nova nos canais de séries, eu gravo.
Não quero perder a oportunidade de começar a seguir uma grande produção. Ou uma produção de que eu goste. Por isso "grande", do meu ponto de vista.
Às vezes é uma desilusão, como foi com o "The Gates" que passa na Fox. *blargh*. Já tinha uns 4 episódios gravados, quando finalmente pude começar a ver. Os primeiros minutos foram muito mauzinhos, e depois quando percebi que era de "vampirada", nem vi mais. Stop. Delete. Todos os episódios que já tinha gravado. Não sou fã do género, e há muita coisa boa para ver - e pouco tempo para o fazer, por isso, adiante.
Quando o AXN anunciou a série Luther, da BBC, lá gravei. No primeiro episódio fiquei logo, e imediatamente rendida com o genérico. Um óptimo prenúncio sem dúvida. E melhor: a série corresponde totalmente à expectativa que ele me criou. Totalmente diferente das produções americanas (muitas das quais sou fã, não quero induzir ninguém em erro), mas muito, muito, muito boa. Aconselho vivamente. Mas vejam desde o início. A 1ª temporada só tem 6 episódios, com certeza o Axn irá repeti-los noutros horários daqui a umas semanas. Se ainda não viram, vejam nessa altura. Vale BEM a pena.
"Luther é um thriller psicológico criminal, protagonizado pelo detective John Luther, um investigador brilhante cuja envolvimento apaixonado no seu trabalho ameaça a sua vida pessoal."
(in tv.com)
Fica aqui o genérico para aguçar o apetite.
...e caso tenham curiosidade, a música é "Paradise Circus" dos Massive Attack. Maravilhosa, certo?
Não quero perder a oportunidade de começar a seguir uma grande produção. Ou uma produção de que eu goste. Por isso "grande", do meu ponto de vista.
Às vezes é uma desilusão, como foi com o "The Gates" que passa na Fox. *blargh*. Já tinha uns 4 episódios gravados, quando finalmente pude começar a ver. Os primeiros minutos foram muito mauzinhos, e depois quando percebi que era de "vampirada", nem vi mais. Stop. Delete. Todos os episódios que já tinha gravado. Não sou fã do género, e há muita coisa boa para ver - e pouco tempo para o fazer, por isso, adiante.
Quando o AXN anunciou a série Luther, da BBC, lá gravei. No primeiro episódio fiquei logo, e imediatamente rendida com o genérico. Um óptimo prenúncio sem dúvida. E melhor: a série corresponde totalmente à expectativa que ele me criou. Totalmente diferente das produções americanas (muitas das quais sou fã, não quero induzir ninguém em erro), mas muito, muito, muito boa. Aconselho vivamente. Mas vejam desde o início. A 1ª temporada só tem 6 episódios, com certeza o Axn irá repeti-los noutros horários daqui a umas semanas. Se ainda não viram, vejam nessa altura. Vale BEM a pena.
"Luther é um thriller psicológico criminal, protagonizado pelo detective John Luther, um investigador brilhante cuja envolvimento apaixonado no seu trabalho ameaça a sua vida pessoal."
(in tv.com)
Fica aqui o genérico para aguçar o apetite.
...e caso tenham curiosidade, a música é "Paradise Circus" dos Massive Attack. Maravilhosa, certo?
sábado, março 05, 2011
Carnaval 2011

Ontem foi a festa de carnaval lá na escolinha da piolha.
Este ano o tema foi obrigatório lá na sala, porque íam fazer um baile: Príncipes e Princesas (*blargh* e eu que este ano a ía vestir de Margarida...)
Tinha planeado dedicar o dia de 5ª feira a fazer a fatiota (já bem definida na minha cabeça), mas para não variar as previsões saíram todas furadas. À ultima da hora, um cliente de um cliente fez um ultimato, e aqui a zézinha teve que dar o litro durante o dia, durante a noite enfim... foi trabalhar non stop.
Quem saiu prejudicada foi a Mafaldocas, porque só comecei a trabalhar na fatiota dela às 8 da manhã do próprio dia (ela é suposto entrar às 9h30...). O papá teve que ajudar, está claro.
Primeiro coser a saia de tule... cosi 6 camadas... queria fazer com 8, mas 2 ficaram só no projecto.
Depois dobrar o tecido, marcar o molde às pressas e cortar.
Prender com alfinetes, fazer a piolha vestir, fazer ajustes.
O Helder mete o tecido na máquina de costura, e zá-zá-zá-zá-zá, enquanto a piolha veste a saia de tule e eu ajusto a altura.
Uma vez cosido, a piolha veste novamente.
Contratempo: a máquina pregou das suas partidas, e os pontos começara, a abrir em alguns locais.
Tira vestido. Não há tempo para descobrir o que se passa com a máquina (devemos ter feito alguma coisa mal, obviamente, as máquinas têm sempre - ou quase sempre - razão).
*nota para mim própria, ir tirar um curso básico de coser à máquina, saber os pontos para que servem, mudar as linhas, ajustar pontos, etc. e tal.
Ao menos a pistola de cola estava mesmo à mão (o Helder tinha utilizado na noite anterior para colar os "brilhantes" na camisola de base da fatiota).
Toca a reforçar as costuras com cola quente.
Não há tempo para fazer mangas no vestido.
Corta-se a parte de cima, e fica um "cai-cai".
Faz-se uma baínha com cola quente, e mete-se o elástico. Assim o vestido não "cai".
Vestem-se os collants, a camisola interior, a camisola com os brilhantes, a saia de tule.
Calçam-se as botas.
Veste-se o vestido.
Colocam-se borboletas a ornamentar o vestido. Uma fita larga com um laço à volta da cintura.
Põe-se a tiara na cabeça, adaptada previamente no dia anterior a uma bandolete - para não cair.
Ajusta-se a altura do vestido. Não há tempo para baínhas.
Vai-se para o carro. Liga-se o carro. Pernas para que te quero. Chega-se à escola com 1 hora de atraso, mas a tempo da farra. É o que interessa.
O vestido só tinha que sobreviver a um dia.
Voilá.
No after-party, a tiara ficou na escola, a borboleta das costas ficou "esmagada", as outras soltaram-se do vestido com a brincadeira. O vestido estava meio a esfarrapar em baixo, por não ter baínha.
Mas aguentou-se.
...e a piolha conseguiu ir fazer xixi durante o dia várias vezes, sem muitos filmes.
Acho que não há maneira de priorar um plano tão mal traçado. Venha o próximo carnaval por favor.
Ando muito prendada...

...as actualizações a fazer aqui ao estaminé são mais que muitas... Mas por agora fica esta bem docinha (é que ando muito prendada)!
Hoje fiz um bolo à minha filhota... só porque sim.
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
...de pequenina... =)

A piolha anda já de há uns tempos para cá, que volta e meia sai-se com a mesma conversa: "la, la, la, Monteiro" p'raqui "la, la, la, Monteiro" p'ráli, "é o meu namorado", explica ela muito séria.
Então ontem meteu na cabeça que ía dar ao "namorado" um dos seus brinquedos... procurou, procurou, e lá veio ter comigo, de livro entre os braços, a dizer que já tinha escolhido o que dar ao Monteiro, e ainda foi buscar uma fralda de pano à gaveta, e disse que era "para eu embrulhar". Ai o caraças...
Lá a convenci que não podia ser, que se ela quisesse dar alguma coisa ao Monteiro, que lhe desse um xupa-xupa. Não tive que batalhar muito, ela deixou-se convencer depressa.
Hoje de manhã fiz bem depressa um coração que dizia "Mafalda + Monteiro", haviam de ver os olhinhos dela, de tão feliz, hahahaha!! Enchemos um balão em formato de coração (cor-de-rosa, claro!), e o papá escreveu a mesma coisa. No fio do balão ía preso um xupa-xupa para ela lhe oferecer.
Aqui está a foto.
Ao chegarmos à escola, íamos a descer as escadas, e cruzámo-nos com a avó do M., e a Mafalda logo toda feliz a explicar que levava uma prenda para o Monteiro, e não é que a avó lhe disse que ele também tinha trazido uma coisa para ela?! Bem, acho que nunca chegámos tão rápido à sala de aula... Ela a dar-lhe a prenda, e ele a ela (um chocolate em forma de coração que "marchou logo"), e a educadora babada, e toda satisfeita com o coração que a Mafalda levava ao peito, a perguntar se eu tinha feito... ora pois claro que sim! (quando quero sou muito prendada, haha!). Só que disse que agora ía ter que fazer para os meninos todos... hahaha! Espero que não me tenha ficado a odiar.
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Doces Memórias
A minha madrinha sempre foi - e continua a ser - uma óptima "doceira"... Se calhar também cozinheira, mas como eu sempre fui mais de doces, foram eles que mais me ficaram na memória.
Sempre adorei ir para casa dela em miúda... agora já quase lá não vou... mas este ano proporcionou-se eu passar por lá para deixar as nossas prendinhas de natal, antes que eles deixassem a cidade.
A Mafalda, curiosa como sempre, quis conhecer a casa toda (ainda não conhecia), incluindo a cozinha. Eu já lá não entrava há TANTOS anos... vieram-me logo uma montanha de memórias à cabeça, e vi, completamente babada, que ela ainda lá tem o seu "velhinho" fogão.
Infelizmente parece que alguns discos já não funcionam, e ela tem muita dificuldade em arranjar quem lho repare, pelo que o mais provável é que qualquer dia ele acabe por ir parar ao lixo. Que pecado... que pena.
É uma peça simplesmente fantástica, ora digam lá:
Sempre adorei ir para casa dela em miúda... agora já quase lá não vou... mas este ano proporcionou-se eu passar por lá para deixar as nossas prendinhas de natal, antes que eles deixassem a cidade.
A Mafalda, curiosa como sempre, quis conhecer a casa toda (ainda não conhecia), incluindo a cozinha. Eu já lá não entrava há TANTOS anos... vieram-me logo uma montanha de memórias à cabeça, e vi, completamente babada, que ela ainda lá tem o seu "velhinho" fogão.
Infelizmente parece que alguns discos já não funcionam, e ela tem muita dificuldade em arranjar quem lho repare, pelo que o mais provável é que qualquer dia ele acabe por ir parar ao lixo. Que pecado... que pena.
É uma peça simplesmente fantástica, ora digam lá:
As duas na cozinha

No sábado passado prometi-lhe que íamos fazer um bolo.
Andou excitadíssima com essa perspectiva!
Lá coloquei tudo o que era necessário em cima do balcão, e ela ía "ajudando" a colocar os ingredientes na taça grande, e a misturá-los.
No final rapamos a taça com os dedos *nhamm*nhamm*
...e o bolo ficou óptimo =)
(tanto que acho que amanhã vamos fazer igual, mas de limão!)
"Maus" começos, para bons fins?
...esperemos que sim!! =)
Começando na passagem de ano com a piolha adoentada, aqui a "je" apanhou uma senhora conjuntivite viral, patrocinada pelos meus pais, com direito a ir às urgências e tudo... infelizmente não havia nada a fazer, a não sei aplicar medicação para "alívio" dos sintomas, e vir de lá com o aviso de que demoraria 2 a 3 semanas a passar.
Pois bem, só ao final da 2ª semana é que comecei a melhorar. Entretanto fui trabalhando sempre muito pitosga,e muito em baixo (que isto abate uma pessoa). Praticamente não saí de casa, para não andar a contagiar ninguém, porque as conjuntivites "apegam-se" muito.
Infelizmente "apeguei" a coisa ao Helder, que por sua vez "apegou" à piolha... resumindo e concluindo, há 2 semanas que a piolha está em casa, eu que trabalhei na pior parte do meu episódio de conjuntivite (primeira semana do ano), apesar de agora estar curada (acho), estas 2 semanas pouco ou nada trabalhei, porque ela é muito... mmmm..... "absorvente". Amanhã vamos ao médico, para confirmar que ela está OK, e passar a declaração a dizer isso mesmo para entregarmos na escolinha na 2ª feira (pois é... quem falta mais de 5 dias na escolinha, depois só volta com declaração médica a comprovar que se está apto a voltar às actividades escolares, e ao convívio com os outros meninos).
Entretanto e para piorar a aura que tem andado cá por casa, o Denis adoeceu. Começou a fazer xixi com sangue, e assustou-me muito. Lá andei com ele para o veterinário, fizeram-se análises ao xixi, raio-x (um deles com algália, coitadinho do meu schnauzer), e chegou-se à conclusão que ele tem uma cistite muito "brava". Esteve a antibióticos e anti-inflamatórios injectáveis toda esta semana que passou, e para a semana temos que repetir o raio-x... falou-se em cirurgia, mas ele tem estado a melhorar, a aceitar bem a nova ração "medicinal" (que daqui para a frente vai ter que comer sempre tadito), e eu estou com esperanças que a cirurgia se possa evitar. Principalmente porque acho que o pós operatório é muito complicado nos cães. Fico a fazer figas...

Para a semana, espero que finalmente começemos a entrar na rotina familiar, e na parte que me toca, adivinha-se muito trabalhinho para colocar em dia. Será (finalmente) o começo do ano?
Começando na passagem de ano com a piolha adoentada, aqui a "je" apanhou uma senhora conjuntivite viral, patrocinada pelos meus pais, com direito a ir às urgências e tudo... infelizmente não havia nada a fazer, a não sei aplicar medicação para "alívio" dos sintomas, e vir de lá com o aviso de que demoraria 2 a 3 semanas a passar.
Pois bem, só ao final da 2ª semana é que comecei a melhorar. Entretanto fui trabalhando sempre muito pitosga,e muito em baixo (que isto abate uma pessoa). Praticamente não saí de casa, para não andar a contagiar ninguém, porque as conjuntivites "apegam-se" muito.
Infelizmente "apeguei" a coisa ao Helder, que por sua vez "apegou" à piolha... resumindo e concluindo, há 2 semanas que a piolha está em casa, eu que trabalhei na pior parte do meu episódio de conjuntivite (primeira semana do ano), apesar de agora estar curada (acho), estas 2 semanas pouco ou nada trabalhei, porque ela é muito... mmmm..... "absorvente". Amanhã vamos ao médico, para confirmar que ela está OK, e passar a declaração a dizer isso mesmo para entregarmos na escolinha na 2ª feira (pois é... quem falta mais de 5 dias na escolinha, depois só volta com declaração médica a comprovar que se está apto a voltar às actividades escolares, e ao convívio com os outros meninos).
Entretanto e para piorar a aura que tem andado cá por casa, o Denis adoeceu. Começou a fazer xixi com sangue, e assustou-me muito. Lá andei com ele para o veterinário, fizeram-se análises ao xixi, raio-x (um deles com algália, coitadinho do meu schnauzer), e chegou-se à conclusão que ele tem uma cistite muito "brava". Esteve a antibióticos e anti-inflamatórios injectáveis toda esta semana que passou, e para a semana temos que repetir o raio-x... falou-se em cirurgia, mas ele tem estado a melhorar, a aceitar bem a nova ração "medicinal" (que daqui para a frente vai ter que comer sempre tadito), e eu estou com esperanças que a cirurgia se possa evitar. Principalmente porque acho que o pós operatório é muito complicado nos cães. Fico a fazer figas...

Para a semana, espero que finalmente começemos a entrar na rotina familiar, e na parte que me toca, adivinha-se muito trabalhinho para colocar em dia. Será (finalmente) o começo do ano?
Pós festas
Natal
Este ano passámos o natal em casa do meu mano...
Na véspera, e por não ser fã do Bolo Rei tradicional, meti na cabeça que tinha que descobrir o "Bolo Rei Gourmet", de que tinha ouvido falar num noticiário da RTP... Depois de muita pesquisa lá descobri onde se vendia aqui no Porto (Confeitaria San Remo, na Av. da Boavista). Envolveu alguma espera, porque não tinhamos encomendado, mas lá arranjámos... de caminho ainda comprei um "Bolo Rei de Chocolate". Infelizmente, e depois de muito salivar, lamento informar que, pelo menos na nossa opinião (minha e do Helder), foi uma montanha que pariu um rato. Definitivamente não ficámos clientes, nem de um, nem de outro... diz quem sabe, que existe um Bolo Rei de Chocolate mesmo bom, e diferente do que nós comprámos... adivinha-se nova caçada no ano que vem!

Em casa do meu mano, e durante a abertura de prendas, só "deu" Mafalda (claro). Meu deus... tanta prenda! E ela delirava a cada uma que abria.


Tinhamos 2 pessoas mais "delibilitadas", o meu pai, que tinha sido submetido a uma cirurgia a um olho na semana anterior, e o meu mano, que estava mesmo com um ar cansadérrimo, mas ainda assim, foi natal, e vale sempre a pena estarmos juntos de quem amamos.
Independentemente de tudo.

(aqui temos uma princesa de galochas - coisa nunca antes vista!)

(já no dia de natal, de manhã, rodeada pelos peluches Disney patrocinados pelos Padrinhos, desde o dia do seu nascimento, e até à data)

(no dia de natal, a usufruir de mais uma das prendas de natal - e que tanto tinha pedido - um "carofone" = microfone)
Na véspera, e por não ser fã do Bolo Rei tradicional, meti na cabeça que tinha que descobrir o "Bolo Rei Gourmet", de que tinha ouvido falar num noticiário da RTP... Depois de muita pesquisa lá descobri onde se vendia aqui no Porto (Confeitaria San Remo, na Av. da Boavista). Envolveu alguma espera, porque não tinhamos encomendado, mas lá arranjámos... de caminho ainda comprei um "Bolo Rei de Chocolate". Infelizmente, e depois de muito salivar, lamento informar que, pelo menos na nossa opinião (minha e do Helder), foi uma montanha que pariu um rato. Definitivamente não ficámos clientes, nem de um, nem de outro... diz quem sabe, que existe um Bolo Rei de Chocolate mesmo bom, e diferente do que nós comprámos... adivinha-se nova caçada no ano que vem!

Em casa do meu mano, e durante a abertura de prendas, só "deu" Mafalda (claro). Meu deus... tanta prenda! E ela delirava a cada uma que abria.


Tinhamos 2 pessoas mais "delibilitadas", o meu pai, que tinha sido submetido a uma cirurgia a um olho na semana anterior, e o meu mano, que estava mesmo com um ar cansadérrimo, mas ainda assim, foi natal, e vale sempre a pena estarmos juntos de quem amamos.
Independentemente de tudo.

(aqui temos uma princesa de galochas - coisa nunca antes vista!)

(já no dia de natal, de manhã, rodeada pelos peluches Disney patrocinados pelos Padrinhos, desde o dia do seu nascimento, e até à data)

(no dia de natal, a usufruir de mais uma das prendas de natal - e que tanto tinha pedido - um "carofone" = microfone)
Mãos à cabeça...
Deito as mãos à cabeça com a desactualização exagerada do estaminé (blog).
Tem havido muito que fazer, a piolha esteve em casa DUAS semanas, e o ritmo diário tem sido mais do que estranho.
Hoje vou "postar"... e muito =)
Tem havido muito que fazer, a piolha esteve em casa DUAS semanas, e o ritmo diário tem sido mais do que estranho.
Hoje vou "postar"... e muito =)
quarta-feira, janeiro 12, 2011
terça-feira, janeiro 11, 2011
...desta eu não sabia (até agora)
"Inflamações no olhos ocorrem num grande número de pacientes portadores da doença de Crohn.
As mais comuns são conjuntivite, inflamação parcial ou completa da esclerótica (parte branca globo ocular), inflamação da Íris, inflamação da membrana intermediária do globo ocular e inflamação da retina.
A inflamação da esclerótica ou da Íris é comumente associada a doença de Crohn e pode ocorrer acompanhando ou não um ataque agudo da doença.
O tratamentos dos distúrbios oculares inclui colírios a base de cortizona e o tratamento efetivo da doença inflamatória intestinal.
Os distúrbios oculares, na doença de Crohn, muito provavelmente são causados por uma reação tipo antígeno – anticorpo.
Ë importante, tanto para o paciente quanto para o médico, considerar a possibilidade do envolvimento ocular na doença de Crohn, assim os primeiros sintomas surjam, o paciente já receba imediatamente o tratamento oftálmico necessário."
....ora bolas =(
As mais comuns são conjuntivite, inflamação parcial ou completa da esclerótica (parte branca globo ocular), inflamação da Íris, inflamação da membrana intermediária do globo ocular e inflamação da retina.
A inflamação da esclerótica ou da Íris é comumente associada a doença de Crohn e pode ocorrer acompanhando ou não um ataque agudo da doença.
O tratamentos dos distúrbios oculares inclui colírios a base de cortizona e o tratamento efetivo da doença inflamatória intestinal.
Os distúrbios oculares, na doença de Crohn, muito provavelmente são causados por uma reação tipo antígeno – anticorpo.
Ë importante, tanto para o paciente quanto para o médico, considerar a possibilidade do envolvimento ocular na doença de Crohn, assim os primeiros sintomas surjam, o paciente já receba imediatamente o tratamento oftálmico necessário."
....ora bolas =(
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