Foi ontem o dia de festa, os "noivos", mesmo após 50 anos, mostraram um nervoso miudinho que quase atrapalhava a troca de alianças :)
Mas a festa foi linda, e o S. Pedro até deu uma ajudinha na hora H!
Fiquei de ler uns textos na igreja (*blargh*), e até escrevi uma coisita para ler, mas na altura escapou-se-me, e acabei por deixar passar a altura certa.
Então acabei por ler no momento de cortar o bolo. Antes de mais tenho que agradecer à tita, que sem saber me inspirou :)
"Saint-Exupéry escreveu que, "Se calhar, as estrelas só estão iluminadas para que, um dia cada um de nós possa encontrar a sua".
Há 50 anos atrás, 2 estrelas, encontraram-se e uniram as suas vidas. E ao longo de todos estes anos, a sua luminosidade permaneceu sempre forte - alimentando-se e reformulando-se nos momentos bons, e nos menos bons - sendo uma constante na nossa vida, guiando o nosso caminho, e reconfortando-nos tantas e tantas vezes.
Por nos darem um ideal a seguir, e por estarem sempre presentes: obrigada mãe, obrigada pai!"
4ª feira foi realmente um dia mau. Em termos de trabalho até nem me posso queixar muito, mas estive com um humor de cão de manhã até à noite. Um dia que começou logo às 6h20 da manhã, com a Mafalda a acordar, e a não mais dormir durante 2 horas. O resultado foi que andei refilona, com dores de costas, enfim... com uma enorme nuvem negra a pairar sobre mim - e o pior é que a fofas sentiu isso (também ela continuou chata e "asneirenta" - o que ainda por cima me obrigava a ter mais atenção na piolha).
Mas finalmente chegou a noite. Com o H. em casa, acalmo sempre. É ele o meu calmante, o meu porto seguro... sempre foi.
Depois de a Mafaldocas ter o banho tomado, e o pai idem aspas, este tratou de dar o jantar à piolhita, enquanto me calhava a mim (finalmente) o meu banho (eram quase 23h).
Coloquei-me debaixo do chuveiro, com água quentinha a correr, e senti-me tão cansada, mas tão cansada que pensei... "eu vou-me sentar"... e sentei.
E depois pensei "Então... já que estou sentada, tapava ali o ralo da banheira, e isto sempre ia enchendo"... e tapei.
(e agora tapem os olhinhos a quem é contra o desperdício de água)
...e a água correu, correu, e foi enchendo a banheira. Depois encostei-me e estive assim um pedaço... não satisfeita deixei-me escorregar, até poucar a cabeça no fundo da banheira, e tapar os ouvidos de água.
Estive assim uns (largos) minutos, e soube-me tão bem! Com os sons todos abafados pela água... dirão os mais entendidos que por momentos regressei ao útero da minha mãe. Talvez. O certo é que quando saí do banho, sentia-me outra. E realmente acabei o dia em beleza!
...e por isso aquela água toda, não foi realmente um desperdício. Lavou-me a alma, tirou-me o peso imenso do mundo que estava nas minhas costas, e dissipou definitivamente a malvada da nuvem negra que me havia perseguido todo o dia.
Por comprar uma coisa destas para a fofa. A espreguiçadeira da chicco está a dar as ultimas (pudera... diz que o limite são os 9 kilos, e a fofas já passou por aí, há muito...). Tenho que pensar onde sentar a cachopa a seguir!
Parece-me bem assim, não? :)
Ó Faxabor... não existe em tamanho para mãmãs e papás? É que tem tão bom aspecto :)
Pois bem... será defeito de profissão, mas não só. Quando acedemos a um site institivamente estamos a avaliar a sua usabilidade. Eu faço-o conscientemente pela razão já mencionada, mas muitos fazem-no inconscientemente.
A usabilidade é um factor do qual o utilizador não tem, nem se deve lembrar. Aliás, o ideal é isso mesmo, é que ele consiga navegar fluidamente pelo site, encontrar o que pretende, sem ter que esbarrar em impossibilidades (páginas que não funcionam, links mortos, gráficos pesados demais que demoram eternidades a carregar). Essas coisas. Se entrarmos num site, navegarmos, sairmos, e estivermos bem - não tivermos coisas negativas a apontar. Então é um bom site em termos de usabilidade.
Tem que ser intuitivo e previsível.
E lembrei-me disto, porquê? Sim. Por causa do Hi5. Haja sitezinho com mais falta de usabilidade.... Não consigo editar o meu estado, não consigo aderir à minha faculdade, à 1ª vista olha-se para aquilo e é uma autêncica confusão. A única coisa que me faz ficar por lá - para já - são obviamente as pessoas. Vamos ver durante quanto tempo, sou capaz de lutar contra esta manifesta falta de usabilidade. Chega a deixar-me com os nervos em franja!
de Hi5... alguém tem? É que resolvi abrir lá uma conta... O que eu queria saber era: dá para me "retirar" de amigo de alguém? E esse alguém vai saber? (é que estupidamente, sem querer, convidei uma data de gente para ser "amigo", mas EU NÃO QUERO AQUELES AMIGOS - sim que eu sou muito selecta *cof*)
E das unicas 2 vezes que fiz login, irrita-me solenemente a página que me pede os meus dados para ver os meus emails... BOLAS.
Mais dúvidas aparecerão quando me debruçar sobre o assunto. Stay Tunned (or not ;))
Como ninguém lhe pegou, agora volta a lá estar, mas por 30.
Ainda assim acho puxado. Não que não valha... o meu orçamento é que não me dá margem de manobra para gastar 30 euros num brinquedo vintage, por muito bom estado que ele apresente (e este tem caixa e tudo). É que é coisinha para ter uns 35 anos...
Fico-me pelas recordações que a foto me desperta, por ter brincado com um destes, herdado da minha irmã :)
Finalizei a leitura deste livro na 2ª feira à noite. Obviamente (para quem conheçe a minha - vá lá - *panca*, por James Rollins), adorei!
Alguns livros gosto tanto, mas tanto, que me obrigam a um período de luto. É que não consigo emendar logo a leitura com um novo livro.
Primeiro tenho que digerir o que acabei de ler, o que aprendi com ele, as suas personagens, imaginar o livro que se segue do mesmo escritor (quando é o caso, claro).
Este livro "girou" à volta de um assunto de bactérias benignas e malignas, de cianobactérias, de uma pandemia que pode assolar o mundo, se a força Sigma não colocar travão numa força inimiga sua bem conhecida.
Fiquei com vontade de ler mais, até pela maneira como James Rollins finalizou o livro... **** terá mesmo morrido? (espero que não... que haja uma reviravolta, daquelas mesmo inverosímeis, para rescustitar este personagem, que me deixou com as lágrimas nos olhos - talvez mais depressa agora, por ser mãe). Terá Seichan dito a verdade? Voltará a cruzar-se com Gray e com a força Sigma?
"Voei" logo até ao site do escritor, e descobri que está para ser lançado em Junho o seu próximo livro... fico a fazer figas para que a Difel o edite lá pelo natal, para o adicionar ali à minha wishlist (que coitadinha, ainda não viu nenhum "pedido" riscado, mas enfim... a esperança é a ultima a morrer). Já li a sinopse, e estou em "pulgas" :)
A seguir vou pegar n "A Chave Gaudí". Talvez hoje.
até porque só vi 5 minutos (se tanto) da "pirosice" que foram os globos de ouro.
Do pouco que vi, a Bárbara Guimarães estava assim um pouco, vá lá... para o pindérico, com a mania que é grande apresentadora e que tem imensa piada.
Os (poucos) textos que ouvi, eram pobrezinhos, mas tão pobrezinhos, que até o pessoal que lá estava a ver aquilo ao vivo, fazia sorrisos assim meio para o "amarelado" (é que sempre estavam em directo, mais valia mostrarem os dentes, certo? Sempre era melhor do que fazerem ar de enfado, e bocejarem).
Ainda por cima, apanhei uma parte em que a Babi (posso tratar-te assim, Bárbara?), estava a mostrar a Conceição Lino, e a Fátima Lopes 13 anos antes (e as coitadas a sorrirem muito para as câmaras no directo, como que, "isto está a ser tão giro... vá tirem daí a câmara para eu tirar este sorriso nr 6, que já me começam a doer os músculos")... e depois o "remate" desta pérola da televisão, foi: "mas sabem quem é que não mudou mesmo nada? É que está igualzinho: o Dr. Pinto Balsemão!" - moooontes de palmas, e o Senhor (sim com letra maiúscula) a sorrir imenso (é que quem não aplaudisse ía para o olho da rua)... Já parecem aquelas festas da TVI, para a TVI, em que é só adular o Zé Eduardo e a sua senhora (que até tem o desplante de "cantar"). Eu cá acho que o Senhor da sic, é bem capaz de formir num drasquinho de formol (as letras estão-me a fugir que querem... era dormir num frasquinho de formol).
Sinceramente, acho que os portuguesinhos não mereciam um triste espectaculo daqueles... Os meus 5 minutinhos foram deitados ao lixo, e o que me lixa é saber que não os vou poder recuperar... Mas bom... ao menos deram-me "material" para um post... parece que não se pode pedir muito mais deste tipo de.... mmmmmm.... entretenimento?
...sou exigente demais! Principalmente quando a meio da noite lhe peço - quando se levanta para ir à casa de banho - que faça pouco barulho.
Deve ser difícil, com os seus 1.86 m, e os seus kilitos (que não é nenhum trinca espinhas), mover-se mais silenciosamente do que o faz... o resultado é o que eu costumo (carinhosamente) chamar de "graciosidade de hipopótamo", a tentar passar despercebido, mas sem o conseguir.
O que vale é que: - a piolha estando bem ferrada no seu sono, não há o que a acorde, - eu adoro (amo, prontos) hipopótamos!
Acabei de ler há 2 dias "O Ladrão do Céu", mais um balanço positivo, apesar de não ser tão "sem revervas" como isso.
Confesso que já me aconteceu por 2 ou 3 vezes, estar a gostar de um livro, e depois a certo ponto da leitura começar a ficar com dúvidas. Com esta obra aconteceu-me o mesmo.
É que a paginas tantas, somos confrontados com a personificação (literal) do diabo... e bem... prontos, aqui eu fiquei um pouco de pé atrás, confesso. Mas a verdade é que eu estava a gostar bastante dos personagens, e da história paralela, e por isso continuei (bem... por isso e porque não sou de deixar leituras a meio).
Esta é a história de um ladrão "bom", em recuperação. Ou seja de um homem que rouba a pessoas dúvidosas, e / ou a pessoas que não saiam pessoalmente prejudicadas com os seus roubos. Ele não usa armas por exemplo, e os seus métodos são realmente fantásticos (tudo massa cinzenta).
Ele conhece uma mulher por quem se apaixona, que não está a par da sua vida paralela, mas que, mesmo após ele ter sido preso (para ajudar alguém a escapar da morte certa e violenta), o espera, tal é o tamanho do seu amor. Quando sai em liberdade condicional, o protagonista endireita a sua vida, e jura-lhe nunca mais voltar à sua antiga profissão.
...até que a sua mulher é atacada por um cancro fulminante, cujos tratamentos eles não podem pagar. Ele acha que a única maneira de a poder salvar - proporcionando-lhe ao menos a cirurgia e os tratamentos de que necessita - é aceitar um último trabalho.
O problema é que este último trabalho não é o que parece, e ele acaba por "entregar o ouro ao bandido". A partir daqui vai fazer tudo para reaver o que previamente roubou, com a ajuda do seu melhor amigo (o próprio polícia da sua liberdade condicional), e de um padre único.
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...por agora já chega de "spoilers" :)
Mas fiquei a saber que este "Ladrão do Céu", é o 2º livro de uma triologia, cujo 1º livro (The thieves of faith) ainda não foi editado em Portugal (aqui vai um puxão de orelhas à Saída de Emergência), e cujo 3º livro (the thieves of darkness) será publicado este ano - pelo menos no idioma original.
O site do autor (fraquinho, fraquinho graficamente - já sabem que o olho me foge sempre para essas coisas... defeito de profissão), é este: http://www.richarddoetsch.com.
Irei aguardar novidades quanto a estes 2 livros (em português, claro):)
É verdade... ali a menina dona Teia d'Aranha teve o desplante de me desafiar a descrever uma memória em apenas 6 palavras. Confesso que achei que iria ser mais difícil, mas eis que faço um flashback da minha vidinha, e descubro uma dessas memórias:
"Eu também adoro o meu cão"
O contexto? Beeeemmmmmm :) Já namoravamos há uns meses valentes, mas aqui a cabeça-dura não utilizava o "amo-te" a torto e a direito... era mais o "adoro-te". Só que parece que o "adoro-te" não enchia as medidas da pessoa visada, que um dia me respondeu com a pérola que está aí em cima :)
Prontos... deste desafio já me safei!
Agora tenho que desafiar 6 pessoas a fazer o mesmo... ora bem (eu a olhar para a singela lista de blogs que tenho por hábito visitar)... então desafio: - Estante de Livros (a Canochinha E a Cristina, este vale por 2, certo?) - Leituras & Opiniões (vá Pedro, desculpa qualquer coisita) - O Farol Branco (João.... desculpa, tinha que sobrar para ti) - Ovo Kinder (este é para a Sexy Mammy) - Constelação das letras (desculpa Miss... sei que não teclamos muito, mas estava a faltar-me um blog, e foste a minha salvação!)
...se quiserem ignorar este desafio, também estão à vontade ok? mandem-me dar uma voltinha (que às vezes eu até gosto)!
Depois de 14 meses sem por o pézinho num cabeleireiro (coitados... se dependessem de pessoas como eu para sobreviver...), eis chegada a altura de ir cortar a melena. Entrei lá uma, e saí de lá outra....
Como diria a Mafalda (a do Quino, que a minha tadita, anda não fala), pena que os srs da EDP, do Gás, da TVCabo, etc., continuem a mandar as contas para o "velho eu" (é que não há jeitos de nos livrarmos destas sanguessugas... até já pensei o em por o Denis a correr numa rodinha ao lado da TV, a ver se tínhamos energia à borla, mas ele já tem 7 anos tadinho, fiquei com pena... e para além disso em vez de trabalho infantil, era trabalho animal, não sei se seria legal *suspiro*).