Por comprar uma coisa destas para a fofa. A espreguiçadeira da chicco está a dar as ultimas (pudera... diz que o limite são os 9 kilos, e a fofas já passou por aí, há muito...). Tenho que pensar onde sentar a cachopa a seguir!
Parece-me bem assim, não? :)
Ó Faxabor... não existe em tamanho para mãmãs e papás? É que tem tão bom aspecto :)
Pois bem... será defeito de profissão, mas não só. Quando acedemos a um site institivamente estamos a avaliar a sua usabilidade. Eu faço-o conscientemente pela razão já mencionada, mas muitos fazem-no inconscientemente.
A usabilidade é um factor do qual o utilizador não tem, nem se deve lembrar. Aliás, o ideal é isso mesmo, é que ele consiga navegar fluidamente pelo site, encontrar o que pretende, sem ter que esbarrar em impossibilidades (páginas que não funcionam, links mortos, gráficos pesados demais que demoram eternidades a carregar). Essas coisas. Se entrarmos num site, navegarmos, sairmos, e estivermos bem - não tivermos coisas negativas a apontar. Então é um bom site em termos de usabilidade.
Tem que ser intuitivo e previsível.
E lembrei-me disto, porquê? Sim. Por causa do Hi5. Haja sitezinho com mais falta de usabilidade.... Não consigo editar o meu estado, não consigo aderir à minha faculdade, à 1ª vista olha-se para aquilo e é uma autêncica confusão. A única coisa que me faz ficar por lá - para já - são obviamente as pessoas. Vamos ver durante quanto tempo, sou capaz de lutar contra esta manifesta falta de usabilidade. Chega a deixar-me com os nervos em franja!
de Hi5... alguém tem? É que resolvi abrir lá uma conta... O que eu queria saber era: dá para me "retirar" de amigo de alguém? E esse alguém vai saber? (é que estupidamente, sem querer, convidei uma data de gente para ser "amigo", mas EU NÃO QUERO AQUELES AMIGOS - sim que eu sou muito selecta *cof*)
E das unicas 2 vezes que fiz login, irrita-me solenemente a página que me pede os meus dados para ver os meus emails... BOLAS.
Mais dúvidas aparecerão quando me debruçar sobre o assunto. Stay Tunned (or not ;))
Como ninguém lhe pegou, agora volta a lá estar, mas por 30.
Ainda assim acho puxado. Não que não valha... o meu orçamento é que não me dá margem de manobra para gastar 30 euros num brinquedo vintage, por muito bom estado que ele apresente (e este tem caixa e tudo). É que é coisinha para ter uns 35 anos...
Fico-me pelas recordações que a foto me desperta, por ter brincado com um destes, herdado da minha irmã :)
Finalizei a leitura deste livro na 2ª feira à noite. Obviamente (para quem conheçe a minha - vá lá - *panca*, por James Rollins), adorei!
Alguns livros gosto tanto, mas tanto, que me obrigam a um período de luto. É que não consigo emendar logo a leitura com um novo livro.
Primeiro tenho que digerir o que acabei de ler, o que aprendi com ele, as suas personagens, imaginar o livro que se segue do mesmo escritor (quando é o caso, claro).
Este livro "girou" à volta de um assunto de bactérias benignas e malignas, de cianobactérias, de uma pandemia que pode assolar o mundo, se a força Sigma não colocar travão numa força inimiga sua bem conhecida.
Fiquei com vontade de ler mais, até pela maneira como James Rollins finalizou o livro... **** terá mesmo morrido? (espero que não... que haja uma reviravolta, daquelas mesmo inverosímeis, para rescustitar este personagem, que me deixou com as lágrimas nos olhos - talvez mais depressa agora, por ser mãe). Terá Seichan dito a verdade? Voltará a cruzar-se com Gray e com a força Sigma?
"Voei" logo até ao site do escritor, e descobri que está para ser lançado em Junho o seu próximo livro... fico a fazer figas para que a Difel o edite lá pelo natal, para o adicionar ali à minha wishlist (que coitadinha, ainda não viu nenhum "pedido" riscado, mas enfim... a esperança é a ultima a morrer). Já li a sinopse, e estou em "pulgas" :)
A seguir vou pegar n "A Chave Gaudí". Talvez hoje.
até porque só vi 5 minutos (se tanto) da "pirosice" que foram os globos de ouro.
Do pouco que vi, a Bárbara Guimarães estava assim um pouco, vá lá... para o pindérico, com a mania que é grande apresentadora e que tem imensa piada.
Os (poucos) textos que ouvi, eram pobrezinhos, mas tão pobrezinhos, que até o pessoal que lá estava a ver aquilo ao vivo, fazia sorrisos assim meio para o "amarelado" (é que sempre estavam em directo, mais valia mostrarem os dentes, certo? Sempre era melhor do que fazerem ar de enfado, e bocejarem).
Ainda por cima, apanhei uma parte em que a Babi (posso tratar-te assim, Bárbara?), estava a mostrar a Conceição Lino, e a Fátima Lopes 13 anos antes (e as coitadas a sorrirem muito para as câmaras no directo, como que, "isto está a ser tão giro... vá tirem daí a câmara para eu tirar este sorriso nr 6, que já me começam a doer os músculos")... e depois o "remate" desta pérola da televisão, foi: "mas sabem quem é que não mudou mesmo nada? É que está igualzinho: o Dr. Pinto Balsemão!" - moooontes de palmas, e o Senhor (sim com letra maiúscula) a sorrir imenso (é que quem não aplaudisse ía para o olho da rua)... Já parecem aquelas festas da TVI, para a TVI, em que é só adular o Zé Eduardo e a sua senhora (que até tem o desplante de "cantar"). Eu cá acho que o Senhor da sic, é bem capaz de formir num drasquinho de formol (as letras estão-me a fugir que querem... era dormir num frasquinho de formol).
Sinceramente, acho que os portuguesinhos não mereciam um triste espectaculo daqueles... Os meus 5 minutinhos foram deitados ao lixo, e o que me lixa é saber que não os vou poder recuperar... Mas bom... ao menos deram-me "material" para um post... parece que não se pode pedir muito mais deste tipo de.... mmmmmm.... entretenimento?
...sou exigente demais! Principalmente quando a meio da noite lhe peço - quando se levanta para ir à casa de banho - que faça pouco barulho.
Deve ser difícil, com os seus 1.86 m, e os seus kilitos (que não é nenhum trinca espinhas), mover-se mais silenciosamente do que o faz... o resultado é o que eu costumo (carinhosamente) chamar de "graciosidade de hipopótamo", a tentar passar despercebido, mas sem o conseguir.
O que vale é que: - a piolha estando bem ferrada no seu sono, não há o que a acorde, - eu adoro (amo, prontos) hipopótamos!
Acabei de ler há 2 dias "O Ladrão do Céu", mais um balanço positivo, apesar de não ser tão "sem revervas" como isso.
Confesso que já me aconteceu por 2 ou 3 vezes, estar a gostar de um livro, e depois a certo ponto da leitura começar a ficar com dúvidas. Com esta obra aconteceu-me o mesmo.
É que a paginas tantas, somos confrontados com a personificação (literal) do diabo... e bem... prontos, aqui eu fiquei um pouco de pé atrás, confesso. Mas a verdade é que eu estava a gostar bastante dos personagens, e da história paralela, e por isso continuei (bem... por isso e porque não sou de deixar leituras a meio).
Esta é a história de um ladrão "bom", em recuperação. Ou seja de um homem que rouba a pessoas dúvidosas, e / ou a pessoas que não saiam pessoalmente prejudicadas com os seus roubos. Ele não usa armas por exemplo, e os seus métodos são realmente fantásticos (tudo massa cinzenta).
Ele conhece uma mulher por quem se apaixona, que não está a par da sua vida paralela, mas que, mesmo após ele ter sido preso (para ajudar alguém a escapar da morte certa e violenta), o espera, tal é o tamanho do seu amor. Quando sai em liberdade condicional, o protagonista endireita a sua vida, e jura-lhe nunca mais voltar à sua antiga profissão.
...até que a sua mulher é atacada por um cancro fulminante, cujos tratamentos eles não podem pagar. Ele acha que a única maneira de a poder salvar - proporcionando-lhe ao menos a cirurgia e os tratamentos de que necessita - é aceitar um último trabalho.
O problema é que este último trabalho não é o que parece, e ele acaba por "entregar o ouro ao bandido". A partir daqui vai fazer tudo para reaver o que previamente roubou, com a ajuda do seu melhor amigo (o próprio polícia da sua liberdade condicional), e de um padre único.
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...por agora já chega de "spoilers" :)
Mas fiquei a saber que este "Ladrão do Céu", é o 2º livro de uma triologia, cujo 1º livro (The thieves of faith) ainda não foi editado em Portugal (aqui vai um puxão de orelhas à Saída de Emergência), e cujo 3º livro (the thieves of darkness) será publicado este ano - pelo menos no idioma original.
O site do autor (fraquinho, fraquinho graficamente - já sabem que o olho me foge sempre para essas coisas... defeito de profissão), é este: http://www.richarddoetsch.com.
Irei aguardar novidades quanto a estes 2 livros (em português, claro):)
É verdade... ali a menina dona Teia d'Aranha teve o desplante de me desafiar a descrever uma memória em apenas 6 palavras. Confesso que achei que iria ser mais difícil, mas eis que faço um flashback da minha vidinha, e descubro uma dessas memórias:
"Eu também adoro o meu cão"
O contexto? Beeeemmmmmm :) Já namoravamos há uns meses valentes, mas aqui a cabeça-dura não utilizava o "amo-te" a torto e a direito... era mais o "adoro-te". Só que parece que o "adoro-te" não enchia as medidas da pessoa visada, que um dia me respondeu com a pérola que está aí em cima :)
Prontos... deste desafio já me safei!
Agora tenho que desafiar 6 pessoas a fazer o mesmo... ora bem (eu a olhar para a singela lista de blogs que tenho por hábito visitar)... então desafio: - Estante de Livros (a Canochinha E a Cristina, este vale por 2, certo?) - Leituras & Opiniões (vá Pedro, desculpa qualquer coisita) - O Farol Branco (João.... desculpa, tinha que sobrar para ti) - Ovo Kinder (este é para a Sexy Mammy) - Constelação das letras (desculpa Miss... sei que não teclamos muito, mas estava a faltar-me um blog, e foste a minha salvação!)
...se quiserem ignorar este desafio, também estão à vontade ok? mandem-me dar uma voltinha (que às vezes eu até gosto)!
Depois de 14 meses sem por o pézinho num cabeleireiro (coitados... se dependessem de pessoas como eu para sobreviver...), eis chegada a altura de ir cortar a melena. Entrei lá uma, e saí de lá outra....
Como diria a Mafalda (a do Quino, que a minha tadita, anda não fala), pena que os srs da EDP, do Gás, da TVCabo, etc., continuem a mandar as contas para o "velho eu" (é que não há jeitos de nos livrarmos destas sanguessugas... até já pensei o em por o Denis a correr numa rodinha ao lado da TV, a ver se tínhamos energia à borla, mas ele já tem 7 anos tadinho, fiquei com pena... e para além disso em vez de trabalho infantil, era trabalho animal, não sei se seria legal *suspiro*).
O que eu gostava mesmo de receber, era este este livro.
Confesso que se fosse pelo nome, ou pela capa (ambos fraquíssimos), não me suscitava a curiosidade, mas o certo é que já li o "Mistério da Atlântida" do mesmo autor, e A-D-O-R-E-I. Gostei mesmo muito.
E os protagonistas deste livro são os mesmos, por isso irei gostar com toda a certeza desta obra!
Deixo aqui a sinopse (e quem sabe num curto de espaço de tempo, a minha propria opinião...):
"A bordo do Seaquest II, no porto de Istambul, Jack Howard e a sua equipa organizam um mergulho em busca de um tesouro envolto em mistério. Esperam descobrir o fabuloso ouro que os romanos saquearam do Templo de Salomão e de que fazia parte a Menorá, o cobiçado símbolo sagrado do judaísmo, e mais tarde desaparecido em Constantinopla, na época das Cruzadas. O que o explorador vem a descobrir leva-o e à sua equipa numa aventurosa busca, ao mesmo tempo geográfica e cronológica, à volta do mundo, desde a queda do Império à ascensão viquingue e às suas navegações até ao continente americano e até aos tempos do poder Nazi, um périplo onde afloram igualmente os segredos do Vaticano. Entretanto uma obscura seita secreta, atravessa-se no caminho dos exploradores, determinada a recuperar o ouro dos cruzados a todo o custo. Depois de O Mistério da Atlântida, já publicado nesta colecção, o arqueólogo Jack Howard e os seus companheiros estão de novo envolvidos num enredo de elevado grau de suspense."
Pois, o balanço desta leitura é - como já desconfiava, super positivo!
Poderá ser, como diria a Canochinha, um livro-chiclete, mas que hei-de fazer... é disto que eu gosto :)
Tem muita acção, achei o enredo muito inteligente e até (achei eu) inesperado.
São umas horas de leitura muitíssimo bem passadas, no meu estilo preferido (sim, não tenho vergonha de o dizer!).
Bolas... não devo ser a única a devorar este tipo de história, pois parece que estes livros (Dan Brown incluído), vendem como pãezinhos quentes. Onde estais vós ó fãs? Sinto-me um pouco sozinha nesta demanda :/
Bom... anyway, para mim é sem dúvida um autor a reter!
A fofas continua curiosa. Quando vê a máquina fotográfica só quer mexer na lente, ou na tampa que está ao dependuro (como podem testemunhar pela foto).
O pior é que estando no voador, temos que estar com mil olhos, o que enquanto se trabalha, é a modos que... CHATO!
Ontem apanhou um fio tão giro, mas tão giro, na minha secretária que o puxou... pena foi que atrás veio o disco usb externo. Ainda ligámos o coitado, mas parece-me que foi mesmo "c'os porcos"... o pior são os backups que lá estavam guardados... ainda não era muito, aí uns 4 a 6 GygaBytes, ainda assim vou ficar a rezar para nenhum cliente querer aqueles trabalhos de volta (apesar de já terem algum tempo).
Raio de catraia... só quer coisas que não são para bébés! *grrrrrrrrrrr*