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segunda-feira, julho 07, 2008

Uma Aventura em Alto Mar

E bom... aproveitei o final do "Sangue dos Inocentes", e entre um livrito e outro, resolvi ler o ultimo que me faltava desta colecção :)

Realmente este é bastante melhor comparativamente ao do "Labirinto" de que já aqui falei. E tem apenas 13 ou 14 páginas a mais, por isso a grande diferença não está aí. Está principalmente no dinamismo da própria aventura, que só para exemplificar, começa num qualquer ponto do litoral português, e acaba na antárctica, onde os nossos heróis ainda têm tempo acompanhar brevemente uma expedição de cientistas, e para conviver com pinguins e albatrozes :)

Como todas as outras, esta Aventura lê-se de um fôlego, mas quanto a mim tem o mérito de devolver um pouco da antiga glória a esta colecção :) Vamos a ver como será a próxima! ("Uma Aventura na Amazónia" a sair no próximo ano)

sábado, julho 05, 2008

O Sangue dos Inocentes

E prontos... acabado de ler que está o 3º livro de Julia Navarro, confesso que é com pena que constato que não tenho um 4º livro para ler já de seguida :)

Tal como tinha acontecido com os anteriores, também adorei ler "O Sangue dos Inocentes", e fiquei mesmo aborrecida quando me deparava com alturas em que não podia ler mais, e era obrigada a interromper... Enfim, 600 páginas não se lêm de um dia para o outro, nos dias de hoje *suspiro*

Achei muito interessante que apesar de já ter lido os seus anteriores livros, este terceiro trilhasse por um caminho literário um pouco diferente dos anteriores, evitando aquelas fórmulas literárias em que alguns escritotes se refugiam uma vez encontradas (e aqui não posso deixar de mencionar Dan Brown, apesar de ser fã dos seus livros).

Nesta obra deixamos de "saltitar" entre o passado e o presente, como acontecia nos livros anteriores, e encontramos a história estruturada cronologicamente, e em 3 partes:
- Século XIII em plena Inquisição
- Pré 2ª Guerra Mundial (até o pós guerra)
- Actualidade

Tentando não levantar demasiado o véu, para o caso de alguém ter este título em fila de espera para ler, o que adianto é que é uma obra que gira em torno da religião, dos diferentes Deuses a quem se reza, das diferenças que muitos julgam irreconciliáveis... e por isso mesmo de tanto sangue inocente derramado.

E claro... não podia deixar de haver uma corrida contra o tempo, desta vez por parte de um serviço de informações europeu, que procura resolver um enorme quebra-cabeças para impedir alguma coisa que poderá despoletar a 3ª Guerra Mundial :)

"Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos ... ''
Martin Luther King

Esta frase que consta no livro, e transparece a sua essência.

quarta-feira, junho 25, 2008

Uma Aventura no labirinto misterioso

Apesar de ontem ter sido feriado cá na terra (S. João), tive que dar um saltinho à Staples (que estava às moscas), e quando passei por um expositor da colecção "Uma Aventura" - já perto da caixa - não resisti a comprar os 2 ultimos volumes desta colecção - que até nova publicação tenho completa.

A seguir, como fui "obrigada" a uma espera um tanto longa no carro - enquanto o H. ía fazer umas coisas - peguei neste livro, e comecei a ler (a Mafalda estava entretida no banco de trás com outras brincadeiras).

Lido o livro (que depois continuei em casa ao final da tarde), não pude deixar de me sentir um pouco defraudada... primeiro, porque das 254 páginas, 100 são dedicadas ao habitual "concurso literário" (desta vez de 2006). Segundo, porque ao contrário do que é habitual, não notei nesta aventura a vertente pedagógica a que as autoras nos habituaram ao longo de tantos anos...

Fiquei um pouco desiludida... e diga-se de passagem que dar quase 5 euros por estes livros, em que ainda por cima mais de 1/3 não é "livro", me está a parecer um pouco carote.

Quote

"Mas podeis ver que existem momentos em que todos os homens pecam por acções, por omissões, ou simplesmente porque nos alegramos pelo sofrimento dos nossos inimigos. Talvez nem fôssemos homens se não o fizéssemos"

(p.34, O Sangue dos Inocentes)

segunda-feira, junho 23, 2008

A Bíblia de Barro

Parti para este livro com grandes expectativas, porque tinha simplesmente adorado "A Irmandade do Santo Sudário", mas um pouco "assustada" com as 600 páginas, que contribuíram para um certo "receio" de que tivesse um pouco de palha (a mais) pelo meio.

Mas não :) Posso dizer-vos que mais uma vez adorei! É um livro substancialmente mais volumoso que o anterior, mas a sua história é bastante mais complicada! A única dificuldade na leitura, deveu-se ao facto de haver imensas personagens, o que por vezes me obrigou a abrandar um pouco o ritmo de leitura (do género, ler um nome, e por uns segundos parar um pouco até me lembrar onde - ou em que "núcleo" da história - esse nome se enquadrava).

Voltamos a ter capítulos que se desenvolvem num passado longínquo, entrelaçados com capítulos que se passam no "presente", e ainda outros de um passado menos longínquo (2ª Guerra Mundial), embora estes jogos sejam feitos a uma escala menor do que no anterior livro, porque no tal "presente" temos mais fios condutores da história principal. Escrevo "presente", mas é na realidade um passado próximo, aquele que antecede a Invasão ao Iraque, onde tem lugar uma corrida contra o tempo (até a guerra começar) que um grupo de arqueólogos (e não só) leva a cabo, a fim de encontrar a tal Bíblia de Barro que dá título ao livro.

Mais uma leitura que não posso deixar de aconselhar vivamente! (e a leitura do "Sangue dos Inocentes" já começou! Mas para já vai lenta... :))

quarta-feira, junho 18, 2008

Como não fui à feira do livro...

Resolvi "esticar-me" na Fnac :) Chegaram hoje cá a casa:
A Essência do Mal de Sebastian Faulks
O Ladrão de Arte de Noah Charney
As Sete Chaves de Martin Langfield
O Ouro dos Cruzados de David Gibbins
Poesia de Fernando Pessoa com introdução e selecção de Adolfo Casais Monteiro

Como não podia deixar de ser... estou feliz :)

segunda-feira, junho 16, 2008

A irmandade do Santo Sudário

Acabei ontem à noite de ler "A irmandade do Santo Sudário", da espanhola Julia Navarro.

Confesso que foi um livro que adorei ler, bastaram 3 ou 4 dias - o que na minha vidinha dos dias que correm - é muito pouco, e *puf* acabou!

O enredo é simplesmente fascinante: oscila entre o passado - a origem do Sudário e um seu possível percurso, e o presente - uma investigação que procura o que está por detrás de tantos "acidentes" na Catedral de Turim, onde se encontra depositada essa preciosidade nos dias de hoje.

Li por aí algures, numa opinião, que a escrita de Julia era demasiado simples. Eu gostei bastante, e em vez de "simples" prefiro adjectivá-la de "fluída" e "directa", talvez por isso me tenha também prendido tanto. Não descansei até acabar de ler. E de seguida vai já "A Bíblia de Barro", da mesma autora :)

sexta-feira, junho 13, 2008

Pequenas coisas



Muitas das vezes ao abrirmos um livro acabadinho de comprar, somos presenteados com um marcador de oferta, que vem entre as suas páginas.

É assim como que um ovo kinder.

Só me apercebi o quanto gostava deste miminho, quando ao desfolhar um ou outro livro acabadinhos de comprar, constatei que não vinha lá dentro nenhum marcador.

Nestes casos sinto sempre uma pontinha de tristeza.

Decidi que vou guardar todos os que apanhar, de agora em diante. Já andei ali às voltas na estante, a "pescar" os que foram ficando... são menos do que julgava :(

Houve alguns que me passaram pelas mãos, e que não sei o que é feito deles... do Sétimo Selo, da Filha do Capitão, da Filha de Deus... houve até dois que me lembro perfeitamente de ter rasgado e deitado fora - que sacrilégio! Que foi precisamente da Filha de Deus e do Clube Arcanum. Deste ultimo, ao folhear os livros descobri outro... vá lá, menos mal.

É giro descrobrirmos pequeninas coisas que nos deixam felizes :)

quinta-feira, junho 12, 2008

A Justiça de Aristóteles

Não sei porquê, mas ainda ninguém escreveu grande coisa sobre este livro...

Confesso que o achei verdadeiramente delicioso :) Nunca tinha lido um livro cujo enredo se passasse num tempo tão distante, mas tão fascinante.

Margaret Doody transporta-nos com mestria para 330 A.C., sem cair no erro de nos espingardar com descrições exageradas, aborrecidas, e que amputem a nossa vontade de continuar a ler, como alguns escritores caem (ainda tenho muito fresca "A Chave Gaudí", que durante imenso tempo me deixou "aos papéis").

É uma leitura que se faz muito bem, no princípio, meio e fim, e é um enredo muito verosímil que encaixa na perfeição no que eu já sabia sobre essa época.

Gostei tanto do livro, que ainda antes de o acabar, encomendei na SdE "O Enigma de Aristóteles", que coincidentemente, chegou hoje :)

Espero que a SdE edite os restantes livros da "Série Aristóteles" (7 ao todo).

Entretanto, descobri que o Circulo de Leitores editou 3 volumes desta série. Fiquei surpreendida. Pena que eu embirre com os livros de capa dura deles :( (já para não falar no preço... 21 euros cada livro!!! bolas...)

quinta-feira, junho 05, 2008

Falta-me qualquer coisa...

... são os meus livros juvenis. Vocês nem imaginam as saudades que tenho deles. Desde que mudámos de casa, que foram remetidos para a garagem, à espera de dias melhores, para comprarmos as estantes onde irão ficar no escritório cá de casa.

Parece que já ficou decidido, em concelho de (pequeníssima) família, que esta semana vamos começar a comprar as estantes no IKEA. Vai ser aos poucos, mas vai ser! Senão nunca mais tenho os meus "pikenos" à minha beira...

A minha colecção já mete respeito, e é a menina dos meus olhos... Os livros mais antigos que tenho são - obviamente - da Enid Blyton. Não sei ao certo qual será o mais antigo de todos, tenho que esperar até lhes por novamente as mãos para tirar essa teima, mas lembro-me que por exemplo o "Seis primos numa quinta" é de 1969. É de capa dura e tem ilustrações lindas. Até do cheiro deles eu gosto :)

Saudade...

A Chave Gaudí

Acabei ontem de ler "A Chave Gaudí".

Surpreendentemente acabei por achar a história mais interessante do que esperava. O grande problema foi que demorei muito a entrosar a obra de Gaudí - que apenas conheço muito superficialmente, e que é deveras desconcertante, cheia de simbolos enigmáticos e outras coisas mais, elementos que este livro explora exaustivamente: são dragões, tartarugas, cruzes espaciais, matemática fractal e parabolóides pelo meio... Achei muito confuso no início.

A verdade é que a partir de certa altura já era normal eu pegar no livro... como demorei mais tempo a ler, parece que fiquei a conhecer melhor os personagens... e - linhas gerais - acabei por gostar. Gosto da história, da correria, das adivinhas, do prazo que se aproxima... mas o finalzinho mesmo, como é algo em que não acredito... não me enche as medidas. Por isso mesmo, n
ão penso que seja um livro que vá ler novamente - a menos que visite Barcelona, e possa ver todo o livro com outros olhos então!

Complicadinha esta minha apreciação, hein? :)

terça-feira, maio 27, 2008

As minhas leituras

Têm estado estagnadas nos ultimos dias...

Continuo a ler "A Chave Gaudi", mas não sei porquê a vontade não está a ser muita... Acho que a culpa deve ser minha, não sei se continue, se pare e recomece do início daqui a uns tempos :(

Os ingredientes que eu gosto estão lá... algumas mortes disfarçadas de acidentes, um segredo, detalhes históricos da obra de Gaudí, nada de muito *tcharan*, mas com os elementos certos sem dúvida... no entanto, talvez por a obra dele ser um pouco desconcertante, e os elementos utilizados serem um pouco confusos, não sei... só sei que estou sem vontade.

Entretanto, o Pedro sugeriu entusiasticamente no seu blog o livro "1984" de George Orwell, e como já há algum tempo que o mesmo me vem suscitando a curiosidade, adicionei-o ali à minha wishlist :)

quarta-feira, maio 14, 2008

A Herança de Judas

Finalizei a leitura deste livro na 2ª feira à noite. Obviamente (para quem conheçe a minha - vá lá - *panca*, por James Rollins), adorei!

Alguns livros gosto tanto, mas tanto, que me obrigam a um período de luto. É que não consigo emendar logo a leitura com um novo livro.

Primeiro tenho que digerir o que acabei de ler, o que aprendi com ele, as suas personagens, imaginar o livro que se segue do mesmo escritor (quando é o caso, claro).

Este livro "girou" à volta de um assunto de bactérias benignas e malignas, de cianobactérias, de uma pandemia que pode assolar o mundo, se a força Sigma não colocar travão numa força inimiga sua bem conhecida.

Fiquei com vontade de ler mais, até pela maneira como James Rollins finalizou o livro... **** terá mesmo morrido? (espero que não... que haja uma reviravolta, daquelas mesmo inverosímeis, para rescustitar este personagem, que me deixou com as lágrimas nos olhos - talvez mais depressa agora, por ser mãe). Terá Seichan dito a verdade? Voltará a cruzar-se com Gray e com a força Sigma?

"Voei" logo até ao site do escritor, e descobri que está para ser lançado em Junho o seu próximo livro... fico a fazer figas para que a Difel o edite lá pelo natal, para o adicionar ali à minha wishlist (que coitadinha, ainda não viu nenhum "pedido" riscado, mas enfim... a esperança é a ultima a morrer). Já li a sinopse, e estou em "pulgas" :)

A seguir vou pegar n "A Chave Gaudí". Talvez hoje.

quinta-feira, maio 08, 2008

Outro balanço positivo

Acabei de ler há 2 dias "O Ladrão do Céu", mais um balanço positivo, apesar de não ser tão "sem revervas" como isso.

Confesso que já me aconteceu por 2 ou 3 vezes, estar a gostar de um livro, e depois a certo ponto da leitura começar a ficar com dúvidas. Com esta obra aconteceu-me o mesmo.

É que a paginas tantas, somos confrontados com a personificação (literal) do diabo... e bem... prontos, aqui eu fiquei um pouco de pé atrás, confesso. Mas a verdade é que eu estava a gostar bastante dos personagens, e da história paralela, e por isso continuei (bem... por isso e porque não sou de deixar leituras a meio).

Esta é a história de um ladrão "bom", em recuperação. Ou seja de um homem que rouba a pessoas dúvidosas, e / ou a pessoas que não saiam pessoalmente prejudicadas com os seus roubos. Ele não usa armas por exemplo, e os seus métodos são realmente fantásticos (tudo massa cinzenta).

Ele conhece uma mulher por quem se apaixona, que não está a par da sua vida paralela, mas que, mesmo após ele ter sido preso (para ajudar alguém a escapar da morte certa e violenta), o espera, tal é o tamanho do seu amor. Quando sai em liberdade condicional, o protagonista endireita a sua vida, e jura-lhe nunca mais voltar à sua antiga profissão.

...até que a sua mulher é atacada por um cancro fulminante, cujos tratamentos eles não podem pagar. Ele acha que a única maneira de a poder salvar - proporcionando-lhe ao menos a cirurgia e os tratamentos de que necessita - é aceitar um último trabalho.

O problema é que este último trabalho não é o que parece, e ele acaba por "entregar o ouro ao bandido". A partir daqui vai fazer tudo para reaver o que previamente roubou, com a ajuda do seu melhor amigo (o próprio polícia da sua liberdade condicional), e de um padre único.

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...por agora já chega de "spoilers" :)

Mas fiquei a saber que este "Ladrão do Céu", é o 2º livro de uma triologia, cujo 1º livro (The thieves of faith) ainda não foi editado em Portugal (aqui vai um puxão de orelhas à Saída de Emergência), e cujo 3º livro (the thieves of darkness) será publicado este ano - pelo menos no idioma original.

O site do autor (fraquinho, fraquinho graficamente - já sabem que o olho me foge sempre para essas coisas... defeito de profissão), é este: http://www.richarddoetsch.com.

Irei aguardar novidades quanto a estes 2 livros (em português, claro):)

terça-feira, abril 29, 2008

P'ro natal de presente eu quero que seja

Ok... não para o natal mas para o dia da mãe :)

O que eu gostava mesmo de receber, era este este livro.

Confesso que se fosse pelo nome, ou pela capa (ambos fraquíssimos), não me suscitava a curiosidade, mas o certo é que já li o "Mistério da Atlântida" do mesmo autor, e A-D-O-R-E-I. Gostei mesmo muito.

E os protagonistas deste livro são os mesmos, por isso irei gostar com toda a certeza desta obra!

Deixo aqui a sinopse (e quem sabe num curto de espaço de tempo, a minha propria opinião...):

"A bordo do Seaquest II, no porto de Istambul, Jack Howard e a sua equipa organizam um mergulho em busca de um tesouro envolto em mistério. Esperam descobrir o fabuloso ouro que os romanos saquearam do Templo de Salomão e de que fazia parte a Menorá, o cobiçado símbolo sagrado do judaísmo, e mais tarde desaparecido em Constantinopla, na época das Cruzadas. O que o explorador vem a descobrir leva-o e à sua equipa numa aventurosa busca, ao mesmo tempo geográfica e cronológica, à volta do mundo, desde a queda do Império à ascensão viquingue e às suas navegações até ao continente americano e até aos tempos do poder Nazi, um périplo onde afloram igualmente os segredos do Vaticano. Entretanto uma obscura seita secreta, atravessa-­se no caminho dos exploradores, determinada a recuperar o ouro dos cruzados a todo o custo. Depois de O Mistério da Atlântida, já publicado nesta colecção, o arqueólogo Jack Howard e os seus companheiros estão de novo envolvidos num enredo de elevado grau de suspense."

Cidade Perdida - Clive Cussler

Pois, o balanço desta leitura é - como já desconfiava, super positivo!

Poderá ser, como diria a Canochinha, um livro-chiclete, mas que hei-de fazer... é disto que eu gosto :)

Tem muita acção, achei o enredo muito inteligente e até (achei eu) inesperado.

São umas horas de leitura muitíssimo bem passadas, no meu estilo preferido (sim, não tenho vergonha de o dizer!).

Bolas... não devo ser a única a devorar este tipo de história, pois parece que estes livros (Dan Brown incluído), vendem como pãezinhos quentes. Onde estais vós ó fãs? Sinto-me um pouco sozinha nesta demanda :/

Bom... anyway, para mim é sem dúvida um autor a reter!

quarta-feira, abril 23, 2008

Dia Mundial do Livro


...e se aproveitassem este dia para ir à Fnac gozar daqueles 5 Euros de desconto de que falei há 2 posts atrás?

Eu vou *tentar* fazer isso! :)

segunda-feira, abril 21, 2008

Festa do Livro nas lojas FNAC

quinta-feira, abril 17, 2008

...e agora comecei

...a ler o livro que está aí na foto lateral :)

"Cidade Perdida" de Clive Cussler (e em letras substancialmente mais pequenas - não percebo porquê, confesso - & Paul Kemprecos).

Li ontem à noite o prólogo, e apesar de ainda ser muito precoce, gostei.

As expectativas são grandes confesso, estou à espera de um grande livro de aventura-non-stop, vamos lá a ver se não me desiludo, senão leiam algumas das apreciações a este leitor:

"Cussler consegue manter qualquer um na ponta da cadeira, com as suas descrições de acção" UPI

"Clive Cussler acompanha a investigação científica e consegue recriá-la da forma mais viciante" San Francisco Examiner

"Clive Cussler é reconhecido em todo o mundo como o grande mestre da literatura de acção e aventura" Times

"Ninguém o faz melhor que Clive Cussler. NINGUÉM" Publishers Weekly

E bom... a capa apregoa: "Mais de 150 milhões de leitores em 100 países"

A ver vamos :)

Acabei há 2 dias...

...e gostei bastante :)

No início da leitura enquanto fui conhecendo os personagens, achei que já sabia para onde a leitura me iria conduzir, mas a verdade é que o rumo dado à história foi completamente diferente do que eu pensava inicialmente.

A história passa-se na fictícia Middle Town, numa comunidade Russa de 2ª geração. Levanta um pouco o véu sobre a Igreja Ortodoxa, e sobre a personalidade dos Russos, e claro, a parte principal reside em todo o mistério que envolve Rasputine, que é fascinante... charlatão para uns, santo para outros...

Eu cá sou como alguns: "não acredito em bruxas, mas que as há, há!" :)

Só achei desnecessárias algumas passagens assim, pró erótico, estão a ver? Pois. Mas já no longínquo "Codex" de José Rodrigues dos Santos, achei o mesmo. Devo ser muito púdica eu, haha!